Blog dedicado ao estudo de Apocalipse 14:6 a 12.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Breve crônica de uma tragédia

Se a apostasia fosse um ser vivo, ela seria um organismo altamente infeccioso, um parasita que se alimenta de seu hospedeiro e o subordina a um quadro completamente diferente da sua condição original.

E, da mesma forma que um corpo saudável não está imune às doenças infecciosas, o corpo de crentes, em sua melhor constituição, não está livre desse "patógeno" de natureza espiritual, e, de fato, pode ser infectado por ele tão facilmente quanto se contrai um resfriado.


Ao tratar deste fenômeno que aflige a igreja, as Escrituras o descrevem em uma linguagem suficientemente clara e objetiva, de modo que possamos nos prevenir de seus assaltos e opor-lhe decidida resistência.

A mensagem de Cristo à igreja de Éfeso figura entre as orientações mais significativas, e é também bastante esclarecedora no sentido de explicar a situação adversa a que chegou a igreja institucional.

O diagnóstico que Cristo faz dos cristãos de Éfeso é, com efeito, útil para nós tanto quanto foi para eles, e Seu conselho, um remédio igualmente eficaz.

Nós faremos bem em atendê-los, assim como o enfermo, diante dos primeiros sintomas da doença, busca diligentemente a cura.

"Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas" (Apocalipse 2:7).

Uma mensagem para não esquecer

A carta de Jesus Cristo à igreja de Éfeso, como as cartas enviadas às outras seis comunidades cristãs na Ásia Menor (Apocalipse 2 e 3), destina-se também às igrejas de nosso Salvador em todos os lugares e épocas, e descreve, além disso, a condição da igreja durante a era cristã.

E se podemos encontrar inspiração e força nas elogiosas palavras do Mestre a respeito de seu inquebrantável zelo e perseverante lealdade à doutrina, certamente não há menos benefício na repreensão que o Senhor Jesus dirige a esta igreja.

A florescente comunidade cristã de Éfeso foi fundada por Paulo, e assim como o nome da cidade, que significa "desejável", era uma lembrança de sua posição geográfica vantajosa, também descrevia fielmente o caráter e a condição espirituais da igreja cristã na primeira etapa de sua marcha através dos séculos.

Este período histórico da igreja corresponde à época dos apóstolos, caracterizada pela fidelidade aos princípios fundamentais do evangelho de Cristo e marcada pela presença viva e atuante do Espírito Santo, por meio de Quem muitas obras de extraordinário poder foram manifestadas entre os crentes, permitindo o mais eloquente testemunho em favor do Salvador.

Era uma igreja desejável aos olhos de Deus sob muitos aspectos!

Todavia, a despeito de suas qualidades, os cristãos de Éfeso haviam perdido o "primeiro amor" (Apocalipse 2:4), isto é, embora ainda conservassem a Cristo como o centro de sua devoção, haviam abandonado aquele fervor vivo e caloroso que caracteriza as primeiras afeições dos homens para com Deus.

Ora vede, se a perda do primeiro amor no lar é causa de inúmeras tragédias e resulta amiúde em separação dos cônjuges, com consequências quase sempre dramáticas, quanto mais grave é quando estas afeições vivas e ardentes por Jesus Cristo diminuem e arrefecem até desaparecem completamente.

Tal condição abre caminho para que a igreja sucumba aos processos infecciosos provocados por essa força maligna interna chamada apostasia, e que submete sua liderança e seus membros a uma natureza totalmente distinta do original, destruindo seus valores e deformando suas características até o ponto de torná-los irreconhecíveis.

Não é precisamente este o quadro que João testemunha em Apocalipse 17, ao contemplar em visão o julgamento da "grande meretriz"?

A perda do primeiro amor

A experiência da igreja de Éfeso, concordante com a história da igreja cristã em sua primeira fase, nos lembra de que, mesmo uma comunidade cristã coesa e forte, que se distingue por sua simplicidade e fervor, por sua obediência a cada palavra de Cristo, e pelo firme e sincero amor por Ele e pelas almas a perecer, pode, depois de certo tempo, diminuir sua devoção a Deus, decrescer no amor mútuo, e perder seu primitivo espírito.

Esquecer-se da experiência da conversão, da maneira maravilhosa como se recebeu a verdade, quando então os primeiros raios de seu fulgurante brilho iluminam o coração, e o maior anseio da alma é a busca do conhecimento divino, do crescimento na graça e do vigoroso testemunho do poder que a acompanha, parece ser o sintoma inicial da perda do primeiro amor.

Se somente a eficácia da cruz garante à igreja proteção contra a apostasia, o que se pode esperar quando seus membros negligenciam o valor prático de tão sublime e custoso sacrifício realizado em seu favor?

Se o povo de Deus tem perdido seus traços distintivos, gradualmente se modelando de acordo com o mundo e misturando-se com ele, até que em muitos aspectos se torna semelhante a ele, é porque perdeu de vista a cruz e não está disposto a sofrer por amor a Cristo.

Infelizmente, à medida que as gerações seguintes de cristãos se olvidavam da própria salvação, obtida a tão elevado custo, e os velhos porta-vozes da verdade caíam em seu posto, um após o outro, o amor e o zelo pela "fé que uma vez por todas foi entregue aos santos" cederam lugar a uma nova e estranha paixão.

O ávido desejo por algo novo e extraordinário, que ainda fosse distante do mundo, como convém às aparências, mas próximo o bastante para ser confundido com ele, tornou-se a via expressa pela qual se introduziram na igreja novas práticas e doutrinas que infamaram o caminho da verdade.

E quando os originadores destas doutrinas falsas passaram a defendê-las tenazmente como regra de fé para todos os cristãos, surgiram dentro da igreja as diferenças e os conflitos, e o pouco que ainda restava do espírito de Cristo desapareceu rapidamente.

Quão sagaz não foi o diabo ao induzir os cristãos a valorizar mais as tradições de homens do que viver e pregar o evangelho eterno, tal como revelado em Cristo e Sua Palavra!

Uma vez que as gerações subsequentes de crentes recebiam menos luz do evangelho e mais das atraentes fábulas de invenção humana, ficavam sem proteção e mais suscetíveis ao engano, até que a piedade finalmente se extinguiu, e a chama do amor fraterno que um dia ardera intensamente se apagou de quase todos.

O servo se torna mestre e juiz

Quando a Palavra de Deus como norma de fé dos cristãos foi substituída pelo peso das tradições, e a origem apostólica era lembrada apenas para legitimar a dignidade da função episcopal, dentro de uma ordem hierárquica de homens que se consideravam representantes da autoridade divina, distintos dos leigos, já eram claramente visíveis os fundamentos da igreja a qual o bispo Inácio de Antioquia deu o nome de "católica".

A função é, como a de um imperador, uma grandeza colocada acima dos homens, uma prerrogativa daqueles que a detém e um legado que permanece naqueles que a recebem e a transmitem.

E embora o próprio apóstolo Pedro tenha expressamente declarado que Cristo é a pedra, o único e legítimo fundamento da igreja (Atos 4:8-12; I Pedro 2:4-8), não se hesitou em interpretar as palavras de Cristo em Mateus 16:18 de forma a justificar a natureza, o lugar e a perpetuidade da função.

Era evidente que, na mesma medida em que o formalismo e a pompa substituíam o conteúdo e a simplicidade na adoração, viabilizando o longo processo do compromisso entre cristãos e pagãos (1), o prestígio e o poder pessoal passaram a orientar a escolha dos líderes, os quais não só esperavam assumir mais autoridade sobre a igreja local, mas estendê-la sobre outras congregações.

E em nenhum outro personagem a força dessa ambição foi mais visível do que no bispo de Roma, uma ideia reconhecida e animada por Cipriano, segundo o qual o bispo da igreja de Roma deveria ser honrado sobre os outros bispos, e suas opiniões e decretos, recebidos com poderes apostólicos.

A esse respeito, William D. Killen escreve:

No período entre os dias dos apóstolos e a conversão de Constantino, a comunidade cristã mudou sua aparência. O Bispo de Roma - um personagem desconhecido para os escritores do Novo Testamento - tornou-se proeminente nesse meio tempo, e finalmente obteve primazia sobre todos os outros clérigos. Ritos e cerimônias, dos quais nem Paulo nem Pedro jamais ouviram, entraram sub-repticiamente em uso e depois reclamaram o direito de serem consideradas instituições divinas. Funções para as quais os primeiros discípulos não poderiam encontrar lugar, e títulos, que para eles teriam sido completamente ininteligíveis, começaram a reclamar atenção e ser chamados apostólicos. (2)

Foi durante esse tempo que o paganismo se instalou do modo mais completo na igreja, convertendo a "virgem pura", prometida "a um só esposo, que é Cristo" (II Coríntios 11:2), em uma mulher adúltera, com sua sede em Roma, a qual se tornou protagonista na história e objeto do julgamento de Deus (Apocalipse 17).

O falso sacerdócio substitui o verdadeiro

A alegação de que Pedro tinha fundado a igreja em Roma serviu como precedente (mas não o único) para a reivindicação do primado da igreja romana sobre as demais, justificando, ainda, a sucessão apostólica direta e a crença em um sacerdócio literal personificado no clero, sem a presença do qual a adoração não teria nenhum valor (3).

Para usar as palavras de Olavo de Carvalho, todo sacerdócio converte-se, mais cedo ou mais tarde, num culto de si mesmo: tendo outrora servido à verdade, eles hoje tomam o lugar dela no altar de um culto degenerado (4). Isto se aplica verdadeiramente ao clero romano e ao papado.

Um sacerdócio só degenera dessa forma quando abandona o "primeiro amor", quando toma o lugar do Espírito Santo na direção da igreja e, consequentemente, já não mais pastoreia o rebanho de Deus sem sórdida ganância e sem a ambição de dominar até mesmo a consciência das almas que lhe foram confiadas (ver I Pedro 5:1-3).

A ascensão desse tipo de sacerdócio dentro da igreja cristã, com todos os seus efeitos, cumpre notavelmente a previsão de Paulo em II Tessalonicenses 2:3-4; a apostasia é um fenômeno cristão, que amadurece e se consolida no "homem da iniquidade", a personificação do falso sacerdócio "situado onde não deve estar" e que substitui a adoração verdadeira por seu culto idólatra.

Naturalmente, em sua advertência o apóstolo não tinha em vista um único homem, mas uma sucessão de homens que detêm as mesmas características tão claramente indicadas na profecia.

Ora, como já foi observado, Paulo se refere ao "homem da iniquidade" como aquele que "se assenta" no santuário de Deus, uma descrição derivada da visão de Daniel, em que "o Ancião de Dias se assentou... e se abriram os livros" (Daniel 7:9-10).

Pelo fato de Paulo usar esta visão de Daniel como uma espécie de referência para descrever a atitude ousada do homem do pecado de "assentar-se" no templo de Deus, indica indubitavelmente que o anticristo se autoproclamaria sacerdote e juiz dentro da igreja no lugar de Cristo!

Ao interpretar o esboço profético de Daniel segundo o princípio do evangelho, isto é, em seu cumprimento em Cristo e Sua igreja, Paulo não deixa margem para dúvidas quanto ao tempo, lugar e natureza desse fenômeno.

A apostasia apareceria durante a era cristã, permanecendo até o glorioso retorno de nosso Senhor, surgiria dentro do povo da nova aliança e teria como personagem central um anti-messias que estabelece no santuário de Deus uma adoração falsificada baseada em um falso sistema de expiação.

A descrição da igreja apóstata no Apocalipse

Esta descrição da apostasia da igreja institucional, em tensão com a comunidade de cristãos fiéis, é desenvolvida na seção profética do Apocalipse que se estende dos capítulos 12 a 19.

A "noiva" de Cristo, outrora virtuosa e vestida da glória de seu Criador, rompeu o pacto com seu Noivo, prostituindo-se com os "reis da terra", o que fez dela uma adúltera, que se veste "de púrpura e de escarlata", e se adorna "de ouro, de pedras preciosas e de pérolas" (Apocalipse 17:4).

As expressões e simbolismo empregados aqui são bastante significativos do ponto de vista do Antigo Testamento.

Jeremias usou a mesma linguagem para descrever a apostasia da "filha de Sião", que abandonara o seu "marido" e Redentor (Isaías 54:5) para prostituir-se "com muitos amantes" (Jeremias 3:1).

E destaca sua tentativa de exaltar-se a si mesma, não obstante o inglório destino que então a aguardava: "Agora, pois, ó assolada, por que fazes assim, e te vestes de escarlata, e te adornas com enfeites de ouro, e alargas os olhos com pinturas, se debalde te fazes bela? Os amantes te desprezam e procuram tirar-te a vida" (Jeremias 4:30).

É perfeitamente possível que Jeremias tivesse em mente a figura de Jezabel como modelo para descrever a condição vil a que se sujeitara Judá e Jerusalém (ver II Reis 9:30).

Jezabel, filha de um rei sidônio (I Reis 16:31), pervertera Israel mais do que todas as mulheres de Salomão, tendo introduzido o culto do Sol entre o povo de Deus. Como idólatra zelosa, era praticante de prostituições cultuais e feitiçarias (II Reis 9:22), e mantinha sob seus cuidados um vasto clero de sacerdotes pagãos (I Reis 18:19).

O casamento de Acabe, rei de Israel, com Jezabel, e a posterior apostasia do povo, formam uma prefiguração apropriada do declínio espiritual da igreja durante a era cristã.

Por isso, João recorre à idêntica linguagem para descrevê-lo. A correspondência essencial entre a Jezabel histórica e seu antítipo profético dentro da igreja fora antecipada pelo próprio Salvador, ao repreender a igreja de Tiatira:

Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetiza, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos. (Apocalipse 2:20)

Do mesmo modo que os cristãos de Tiatira, a geração de crentes por ela representada permitiria em seu meio uma nova Jezabel, com suas falsas reivindicações como profetiza de Deus e com seu culto religioso degenerado (note o grau de declínio na história da igreja em relação à Éfeso).

Uma verdade inconveniente

Mas se Tiatira protagoniza a introdução dessa mulher vil dentro da igreja, isto é, a prostituição entre cristianismo e paganismo e a elevação de um falso sacerdócio, que pretende inspiração divina e pelo qual o verdadeiro culto a Deus foi eclipsado, a visão de João em Apocalipse 17 revela que a igreja institucional se converteu, ela mesma, numa meretriz!

É significativo, pois, que João use palavras semelhantes às de Jeremias 4:30 para descrever a mulher idólatra e prostituta em que se converteu a igreja, por seu completo desvio da doutrina original.

O fato de estar "vestida de púrpura e de escarlata" (Apocalipse 17:4) denuncia a natureza de sua prostituição.

No sistema levítico, as vestes litúrgicas dos sacerdotes que ministravam no Lugar Santo do tabernáculo foram, por instrução divina, confeccionadas com fios de tecido azul, púrpura e escarlata (Êxodo 39:1), e o selo gravado na coroa sacerdotal, com a inscrição "Santidade ao SENHOR", fora fixado na parte superior da mitra com um cordão azul (versos 30-31)!

Mais tarde, Deus instruíra os israelitas a fazer nas extremidades de suas vestes borlas com um cordão azul em cada uma delas, "para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do SENHOR e os cumprais; não seguireis os desejos do vosso coração, nem os dos vossos olhos, após os quais andais adulterando, para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sereis a vosso Deus" (Números 15:37-40).

Assim, a cor azul deveria ser uma lembrança da santidade de Deus e das reivindicações de Sua santa lei, da mesma forma que recordava aos israelitas de que eram santos ao Senhor, separados das nações idólatras que os cercavam.

Não deviam atender aos próprios desejos ou imitar estas nações, prostituindo-se com elas, mas permanecer como um povo santo, distinto, a fim de que o nome de Deus e Sua lei fossem exaltados entre os povos, e Sua bênção permanecesse sobre eles.

E é exatamente esta cor que está ausente das vestes da grande prostituta, denunciando a impureza desta igreja, em função de seu adultério com "os reis da terra", e o desprezo pelos mandamentos de Deus, em virtude de suas falsas reivindicações de autoridade.

Ao invés das palavras "Santidade ao SENHOR", ela tem em sua fronte a inscrição: "Babilônia, A Grande, A Mãe das Meretrizes E das Abominações da Terra" (Apocalipse 17:5).

A antiga Babilônia era conhecida entre os seus habitantes como a "porta dos deuses", e sua magnificente torre, a "pedra fundamental do céu e da terra", referências à pretensa vocação sagrada da cidade, como acreditavam.

A moderna Babilônia constitui um falso sacerdócio, um falso sistema de expiação e mediação que instituiu dentro da igreja de Deus um culto de sua própria imagem.

E assim como a Jezabel do passado usou seu marido, o rei Acabe, para perseguir os profetas de Deus, esta Jezabel apocalíptica usará os "reis da terra" para promover o assassinato legalizado e político dos seguidores de Jesus, tema de que nos ocuparemos nos próximos artigos.


Notas e referências

1. Isaac Newton escreve: "Deleitavam-se os pagãos com os festivais dos seus deuses e não estavam dispostos a renunciar àqueles deleites. Assim, no propósito de lhes facilitar a conversão, Gregório instituiu festas anuais aos santos e mártires. Eis porque, para enfraquecer as festas pagãs, as principais festas cristãs tomaram o seu lugar: assim, a comemoração do Natal com comes e bebes, jogos e esportes, tomou o lugar das Bacchanalia e das Saturnalia; a celebração com flores do Primeiro de Maio substituiu as festas Floralia; as festividades da Virgem Maria, de João Batista e de diversos apóstolos substituíram as solenidades da entrada do Sol nos signos do Zodíaco, segundo o calendário juliano. Durante a perseguição de Décio, Cipriano ordenou que as paixões dos mártires na África fossem registradas, para celebrar anualmente a sua memória, com oblações e sacrifícios." - Sir Isaac Newton, As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel: As Raízes do Código da Bíblia. São Paulo: Pensamento, 2008, p. 151.

2. W.D. Killen. The Ancient Church: its History, Doctrine, Worship, and Constitution, Traced for the First Three Hundred Years. New York: Charles Scribner, 1859, p. 6.

3. Para uma amostra das pretensões de dignidade do sacerdócio católico-romano, clique aqui.

4. http://old.olavodecarvalho.org/livros/neesquerdas.htm

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