"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Ap 14:12)

sábado, 31 de agosto de 2019

O "oitavo rei" e a nova ordem mundial (parte 1)

Tanto a linguagem como os símbolos empregados pela Bíblia para descrever os poderes em oposição à igreja e à verdade se cumprem na história com tal exatidão e clareza que não pode haver dúvida quanto à identidade desses poderes e seu papel nos últimos dias.

Ninguém que seja sábio o suficiente para discernir esse fato e honesto o bastante para admiti-lo poderá negar que tais predições, escritas com muitos séculos de antecedência, constituem um testemunho concludente da origem divina das Escrituras e uma expressão inefável do cuidado de Deus por Seu povo.

E isto se reconhece em virtude de a profecia ter sido dada não só para tornar manifesta entre os homens a presciência divina, mas, sobretudo, para inspirar esperança à igreja militante e animá-la a perseverar até o fim na verdadeira fé (Apocalipse 14:12), porque Cristo certamente a vindicará! Esse é o foco de toda a apocalíptica bíblica.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Entre o "não é" e o "aparecerá"

A revelação mais surpreendente de Apocalipse 17 é a declaração de que a besta "está para emergir do abismo", de que ela se levantará outra vez a um domínio universal, em oposição à igreja de Deus no tempo do fim. A expressão, "mas aparecerá" (verso 8, última parte), denota que, uma vez restaurada a sua condição primitiva, a besta empenhar-se-á ao máximo em mantê-la, por meio de uma extraordinária e poderosa união de todas as forças ideológicas e espirituais.

A intolerância que se vislumbra aqui será muito mais severa e generalizada do que aquela que vemos hoje em relação aos cristãos e outros grupos. Ela não será motivada por questões meramente ideológicas, partidárias ou políticas. Subjacente a essa intolerância está o conflito entre dogmas religiosos pretensamente cristãos e a Palavra de Deus.

Em tais condições, a lealdade a Deus e à Sua Palavra, em vez de aos homens e à tradição será provada até o limite.

quinta-feira, 28 de março de 2019

Entre o "era" e o "não é"

No prólogo de seu livro The Principality and Power of Europe (Dorchester House Publications, 1997, 160 p.), Adrian Hilton - que em 2005 foi acusado pela Igreja Católica de ser um teórico da conspiração [1] - comenta um notório incidente envolvendo Ian Paisley e o papa João Paulo II.

Político e líder religioso protestante da Irlanda do Norte, Paisley não hesitou em interromper um discurso de João Paulo II no Parlamento Europeu em Estrasburgo, ao exibir um cartaz denunciando o papa como o Anticristo.

O cartaz foi imediatamente arrancado das mãos de Paisley por Otto von Habsburg, um membro do Parlamento. O incidente foi gravado em vídeo e pode ser visto aqui.

"Foi uma cena simbólica", escreve Hilton, "porque o Dr. von Habsburg também atende pelo título de Arquiduque Otto da Áustria. Num passado mais remoto, Otto von Habsburg teria optado por títulos ainda maiores; pois poderia ser Imperador da Áustria, Rei Apostólico da Hungria e Imperador do Sacro Império Romano. Com este último título, uma de suas responsabilidades seria defender a dignidade da Igreja Católica Romana - o que poderia significar que, a pedido do papa, ele teria encarcerado o Dr. Paisley em uma de suas fortalezas remotas".

Como Hilton observa, Ian Paisley escapou desse destino porque a velha ordem europeia, na qual o papa governava o reino espiritual, e o imperador, o secular, há muito deixou de existir.

E é precisamente a partir da ruína dessa velha ordem - que permite hoje a livre circulação da Bíblia até mesmo nas ruas de Roma - que o apóstolo João contempla os lances finais na história do grande conflito antecipados na visão de Apocalipse 17.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Revendo pontos importantes da profecia

Depois de uma longa ausência, é um grande prazer dirigir-me ao leitor novamente!

Alguns reveses postergaram este momento mais do que eu esperava.

Contudo, os reveses estão entre os instrumentos de Deus para o fortalecimento e robustecimento de nosso caráter, pois nos levam à maior vigilância e mais intensa oração ao Senhor, e nos lembram de que, embora estejamos no mundo, não pertencemos a ele; que aspiramos "a uma pátria superior, isto é, celestial" (Hebreus 11:16)!

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

A besta que "era", "não é", "mas aparecerá"

Em resposta à admiração de João ante a impressionante visão que acaba de lhe ser revelada, o anjo solenemente diz:

"Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher." (Apocalipse 17:7)

E passa então a explicar-lhe o sentido dos acontecimentos que se tornariam realidade histórica, os quais dizem respeito aos poderes que haviam de perseguir a igreja e a verdade:

"A besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá." (verso 8)

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