quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Roma papal conquista a América

A liberdade de consciência e a liberdade de expressão são a base da Constituição dos EUA. “O Congresso”, diz a Primeira Emenda, “não fará lei relativa ao estabelecimento de religião ou proibindo o livre exercício desta, ou restringindo a liberdade de palavra ou de imprensa, ou o direito do povo de reunir-se pacificamente e dirigir petições ao governo para a reparação de seus agravos”.

A cláusula do não-estabelecimento “não apenas proíbe o governo de estabelecer uma religião oficial, mas também proíbe ações do governo que favoreçam indevidamente uma religião em detrimento de outra. Também proíbe que o governo prefira indevidamente religião a não-religião”, ou vice-versa. [1] A cláusula do livre-exercício “retira do poder legislativo, estadual e federal, a autoridade no sentido de restringir de algum modo o livre exercício da religião”, a fim de “garantir a liberdade religiosa individual, proibindo quaisquer invasões por parte da autoridade civil”. [2]


quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O "oitavo rei" e a nova ordem mundial (parte 2)

Concluí a última postagem advertindo o leitor de que é preciso olhar na direção certa se quisermos identificar seguramente quem são os protagonistas na construção da futura ordem mundial e em que consistirá este novo arranjo. Olhar na direção certa significa olhar na direção indicada pela profecia, sem a qual não teríamos meios de discernir este fenômeno de proporções globais, nem tampouco preparar-nos para a crise vindoura.

Reconheço que a tarefa de renovar nossa perspectiva sobre o assunto à luz da Bíblia pode ser especialmente dolorosa para aqueles que, inadvertidamente ou não, ainda creem em um dos dois sistemas dogmáticos de interpretação forjados pelos jesuítas (preterismo e futurismo) ou em sistemas afins, todos os quais suprimem, à sua própria maneira, a aplicação das profecias bíblicas sobre o anticristo ao poder papal.

sábado, 31 de agosto de 2019

O "oitavo rei" e a nova ordem mundial (parte 1)

Tanto a linguagem como os símbolos empregados pela Bíblia para descrever os poderes em oposição à igreja e à verdade se cumprem na história com tal exatidão e clareza que não pode haver dúvida quanto à identidade desses poderes e seu papel nos últimos dias.

Ninguém que seja sábio o suficiente para discernir esse fato e honesto o bastante para admiti-lo poderá negar que tais predições, escritas com muitos séculos de antecedência, constituem um testemunho concludente da origem divina das Escrituras e uma expressão inefável do cuidado de Deus por Seu povo.

E isto se reconhece em virtude de a profecia ter sido dada não só para tornar manifesta entre os homens a presciência divina, mas, sobretudo, para inspirar esperança à igreja militante e animá-la a perseverar até o fim na verdadeira fé (Apocalipse 14:12), porque Cristo certamente a vindicará! Esse é o foco de toda a apocalíptica bíblica.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Entre o "não é" e o "aparecerá"

A revelação mais surpreendente de Apocalipse 17 é a declaração de que a besta "está para emergir do abismo", de que ela se levantará outra vez a um domínio universal, em oposição à igreja de Deus no tempo do fim. A expressão, "mas aparecerá" (verso 8, última parte), denota que, uma vez restaurada a sua condição primitiva, a besta empenhar-se-á ao máximo em mantê-la, por meio de uma extraordinária e poderosa união de todas as forças ideológicas e espirituais.

A intolerância que se vislumbra aqui será muito mais severa e generalizada do que aquela que vemos hoje em relação aos cristãos e outros grupos. Ela não será motivada por questões meramente ideológicas, partidárias ou políticas. Subjacente a essa intolerância está o conflito entre dogmas religiosos pretensamente cristãos e a Palavra de Deus.

Em tais condições, a lealdade a Deus e à Sua Palavra, em vez de aos homens e à tradição será provada até o limite.