segunda-feira, 27 de junho de 2022

Um futuro tormentoso está diante de nós

O economista e especialista em política monetária, Brendan Brown, escreveu: "Choques de oferta global são eventos historicamente raros. Ainda mais extraordinário ter dois desses choques em rápida sucessão – o segundo chegando antes mesmo que o primeiro tenha desaparecido completamente. Isso é o que o mundo experimenta agora na forma da Grande Pandemia seguida pela Grande Guerra Econômica Ocidente-Rússia".

Egon von Greyerz, fundador da Matterhorn Asset Management, chamou essa condição excepcional de "tempestade perfeita", em que "vários catalisadores muito perigosos ocorrerão no pior momento possível para desencadear uma crise pior após a outra".

Sentimos agora os primeiros efeitos dessa tempestade – interrupções na cadeia global de abastecimento, aumento da dívida, inflação, baixo crescimento econômico –, mas o pior ainda está por vir. De acordo com Greyerz:

"Com a maioria das classes de ativos caindo rapidamente, o mundo está se aproximando de calamidades de uma proporção nunca vista antes na história... Antes que esse mercado em baixa termine, o mundo verá quedas de 75 a 90% de ações, títulos e outros ativos. Como quedas dessa magnitude não são vistas há mais de três gerações, as ondas de choque serão catastróficas".

Além disso, "os preços de bens e serviços iniciaram um ciclo inflacionário de uma magnitude que o mundo como um todo nunca experimentou antes. Já vimos hiperinflação em países individuais anteriormente, mas nunca em escala global".

Se estas advertências fossem proferidas do púlpito de uma igreja, provavelmente seriam consideradas alarmistas. Mas aqueles que as estão fazendo não são crentes, e a gravidade dos problemas que abordam dificilmente pode ser exagerada.

Penso que é uma boa hora para atender a este conselho:

Repetidas vezes tem o Senhor dado instruções de que nosso povo deve tirar suas famílias das cidades para o campo, onde poderão cultivar seu próprio mantimento; pois no futuro o problema de comprar e vender será bem sério. Devemos começar, agora, a atender às instruções que frequentemente nos têm sido dadas: "Saí das cidades para as zonas rurais, onde as casas não são aglomeradas, e onde estareis livres da interferência dos inimigos."

Mas para não trocar os pés pelas mãos, estude antes Vida no Campo.

Dito isso, este conjunto extraordinário de circunstâncias representa uma oportunidade histórica para burocratas do alto escalão justificarem uma transformação social e econômica em grande escala.

Isso não é teoria da conspiração. Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial (WEF), reconheceu esse fato publicamente ao afirmar que "a pandemia representa uma janela de oportunidade rara, mas estreita, para refletir, reimaginar e redefinir nosso mundo". Ele está se referindo ao Grande Reset, sobre o qual já escrevi.


Birsen Filip, doutora em filosofia e mestre em economia, observou que mudanças drásticas na ordem mundial como o Grande Reset não acontecem espontaneamente, mas são planejadas por formuladores de políticas globais, que se aproveitam de crises como a pandemia para implementar sua agenda.

Confesso que quando li o artigo da Dra. Filip não pude deixar de pensar nos séculos de ferro da Igreja, durante os quais o papado reinou supremo, e cuja autoridade moral não só é reconhecida por esses mesmos formuladores, como também serve de guia para suas políticas.

"Como seus antecessores ao longo da história", Filip escreveu, "os engenheiros sociais do WEF acreditam que 'não deve haver atividade espontânea e sem orientação, porque pode produzir resultados inesperados e para os quais o plano não fornece nenhum provimento. Pode produzir algo novo, inimaginável na filosofia do planejador'".

Por isso, a conclusão bem-sucedida da atual transformação industrial, de acordo com a agenda do WEF, "exigirá o redesenho e o microgerenciamento de cada aspecto da vida e do comportamento humano, incluindo as esferas privadas dos indivíduos, a economia, a política e as organizações sociais, sem a possibilidade de ações voluntárias e cooperação espontânea entre indivíduos com base em sua vontade, valores, pensamentos e crenças".

Exigirá também o fim da propriedade privada, pois esse direito pressupõe autonomia individual, um princípio que não se harmoniza com o tipo de liberdade que os engenheiros sociais do WEF tem em mente e que, basicamente, demanda "que o mundo retroceda no desenvolvimento da história em direção à reinstituição do feudalismo e da escravidão", sistema no qual a Igreja Católica reinava suprema.

A linguagem altruísta associada a essas políticas serve, com efeito, apenas como cobertura de relações públicas para fins de poder absoluto, em que as partes interessadas da iniciativa são os maiores beneficiários.

De uma perspectiva profética, tais desenvolvimentos fazem bastante sentido, uma vez que a liberdade de ação econômica, da qual todas as demais liberdades dependem, está longe de representar a condição ideal para que uma medida severa de restrição econômica de alcance mundial possa ser aplicada, de modo a garantir conformidade civil e religiosa (Apocalipse 13:16 e 17).

Assim, devemos ver nesses desenvolvimentos um prelúdio para os eventos vindouros que afetarão diretamente o povo de Deus. Não é importante, pois, que prestemos atenção a esses desenvolvimentos como parte indispensável de nossa preparação espiritual?

As mudanças na forma como o mundo funciona estão preparando o palco para o último ato do drama. Em breve, o decreto proibindo os homens de comprar ou vender a qualquer pessoa senão aos que tenham a marca da besta se tornará realidade.

É tempo de uma preparação espiritual tão decidida e de um trabalho pelo avanço da causa de Deus com tanta diligência como os inimigos da verdade demonstram na implementação de seus planos.

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