Blog dedicado ao estudo de Apocalipse 14:6 a 12.

sábado, 26 de agosto de 2017

Consequências da união da Igreja com o mundo (parte 1)

A visão de João em Apocalipse 17:3-6 revela da maneira mais expressiva a situação degradante a que se sujeitou a igreja institucional em razão de seu caso de amor com o mundo.

Abandonando a Cristo como seu único Marido e Redentor, identificou-se tão completamente com os valores e instituições mundanos que passou a ser confundida com eles, não só do ponto de vista de suas crenças e práticas, mas, sobretudo, de suas pretensões de autoridade e poder.


E, assim como a antiga Jerusalém se tornou inimiga de Jeová por causa de sua apostasia, a ponto de sacrificar os próprios filhos em honra aos deuses pagãos, a igreja do novo pacto seria infiel a Cristo, apóstata em seu culto de adoração e sedenta de sangue tanto quanto seus antepassados.

Se os símbolos que cercam a mulher virtuosa de Apocalipse 12:1 testificam de sua íntima relação com Cristo e, portanto, caracterizam-na como a verdadeira igreja de Deus na era cristã, os símbolos que descrevem a mulher adúltera do capítulo 17 a relacionam incontestavelmente com o mundo e, com efeito, distinguem-na como uma igreja do mundo.

Em virtude disso, a visão apresenta seis características ligadas à "grande meretriz", que a diferem tão marcadamente da mulher pura de Apocalipse 12 como o dia em relação à noite.

Vamos examiná-las na ordem em que aparecem na visão. Todavia, por consideração ao leitor, nossa análise será dividida em duas partes. No presente artigo, nós abordaremos as três primeiras características da grande meretriz.

1. Uma mulher montada numa besta

A primeira característica decorrente das relações ilícitas da igreja com o mundo foi assim revelada a João:

Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto, e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres. (Apocalipse 17:3)

Em contraste com a mulher pura do capítulo 12, vista no céu sobre um luminoso fundamento - a lua, símbolo do sólido alicerce sobre o qual se assenta a igreja, isto é, a certeza de que as promessas e a palavra de Deus são imutáveis (Salmo 89:34-37) - a mulher adúltera de Apocalipse 17 é vista no deserto, montada numa besta escarlate.

Conforme temos observado, esta mulher simbólica representa a igreja apóstata, ao passo que a besta escarlate representa o poder político.

A visão, portanto, descreve o entrelaçamento entre religião e política durante a era cristã, uma combinação do poder eclesiástico da igreja institucional (a mulher) e do poder político do Estado (a besta).

A imagem profética retrata que a união da igreja com o mundo foi de tal ordem, que só lhe restava obter apoio do poder civil, o qual, com habilidade e destreza, soube domar para a satisfação de seus próprios interesses.

E ela foi tão bem-sucedida, que é vista cavalgando a besta sem a necessidade de cabeçadas nem embocaduras e rédeas, equipamentos indispensáveis para garantir total controle sobre um animal.

Vê-se aqui a subserviência do Estado à Igreja, que, durante os séculos de sua supremacia, utilizou-o para dirigir as consciências onde quer que seu domínio fosse reconhecido.

A imagem da mulher montada na besta transmite, pois, a ideia de que a igreja apóstata detém o poder político do estado, e o usa a seu bel-prazer. Trata-se de uma união entre Igreja e Estado sob o controle da Igreja.

A superioridade da Igreja sobre o Estado. Em harmonia com a descrição profética, essa relação de subordinação do poder temporal ao poder eclesiástico é, de fato, reivindicada pela Igreja na pessoa de seu mais destacado líder.

Em uma carta do papa Gelásio I ao Imperador Anastácio, escrita em 494, lê-se o seguinte:

Há dois poderes, augusto Imperador, pelos quais este mundo é governado, a saber, a sagrada autoridade dos sacerdotes e o poder real. Destes, o poder dos sacerdotes é o mais importante, uma vez que eles devem prestar contas dos monarcas humanos no tribunal divino. É também de vosso conhecimento, estimado filho, que, enquanto lhe for permitido honrosamente governar sobre o gênero humano, ainda assim, nas coisas divinas, deves inclinar tua cabeça humildemente diante dos líderes do clero e esperar de suas mãos os meios de tua salvação. Na admissão e disposição apropriada dos mistérios celestiais, tu reconheces que deves estar submisso e não acima da classe religiosa, e que, nesses assuntos, dependes do seu julgamento e que não desejas forçá-los a seguir tua vontade. (1)

Inocêncio III, o mesmo papa que, em 1199, decretou que os hereges convictos deviam ser entregues à autoridade civil para serem punidos (2), escreveu:

Assim como o criador do universo estabeleceu dois grandes luminares no firmamento, o maior para governar o dia e o menor para governar a noite, assim Ele também estabeleceu duas grandes dignidades no firmamento da igreja universal..., a maior para governar o dia, isto é, as almas, e a menor para governar a noite, ou seja, os corpos. Estas dignidades são a autoridade papal e o poder real. Da mesma forma que a luz da lua provém do sol e, de fato, é inferior na quantidade e qualidade, na posição e poder, assim também o esplendor da dignidade do poder real provém da autoridade pontifícia... (3)

E Bonifácio VIII, por meio de sua bula Unam Sanctam, estabeleceu a definição clássica do sistema papal, cujo sentido pode ser resumido nestas palavras: "O poder espiritual tem o direito de estabelecer o poder secular e, se este não for bom, de condená-lo; é necessário para a salvação crer que todas as criaturas humanas estão sujeitas ao Papa". (4)

A propósito dessa extraordinária reivindicação de autoridade do papado sobre o poder temporal, Alexander Clarence Flick escreve:

A teoria papal tornou o Papa o único representante de Deus na Terra e sustentava que o Imperador havia recebido seu direito de governar do sucessor de São Pedro. Para provar a autenticidade histórica desta posição, a atenção foi chamada ao poder das chaves, à Doação de Constantino, à coroação de Pepino, à restauração do Império no Ocidente... Ela foi defendida por Nicolau I, Hildebrando, Alexandre III, Inocêncio III, e culminou com Bonifácio VIII, quando, no jubileu de 1300, sentado no trono de Constantino, cingido com a espada imperial, usando uma coroa e brandindo um cetro, clamou à multidão de fiéis peregrinos: "Eu sou César - Eu sou Imperador". (5)

Ora, uma vez que está montada numa "besta repleta de nomes de blasfêmia" (Apocalipse 17:3), é natural que a mulher tenha aprendido a blasfemar contra o Deus Todo-Poderoso, pois não se conhece semelhante ultraje trilhando a vereda da verdade, mas o caminho largo do erro, de cujos maiores expoentes - aos quais se uniu a Igreja - ela usurpou os títulos honoríficos e divinos para afirmar sua própria autoridade.

2. Vestida de púrpura e de escarlata

Na sequência da visão, apresenta-se uma segunda característica, fruto do caso de amor da igreja com o mundo:

Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata... (Apocalipse 17:4)

Enquanto a igreja virtuosa de Apocalipse 12 recebe de Cristo as gloriosas vestes de Sua justiça, a igreja apóstata recebe do mundo vestes que são próprias de sua natureza.

Uma aliança ilícita com o mundo não produz mais humildade, abnegação e sacrifício pela verdade. Ela, ao contrário, sacrifica a verdade, transforma a abnegação em ganância, e a humildade, em soberba.

Nesse estado de coisas, é apenas uma questão de tempo até que o sacerdócio abandone completamente seu legítimo papel diante de Deus e se converta num culto de si mesmo, tal como acontece no mundo.

Já observamos que as vestes litúrgicas dos sacerdotes no sistema levítico do tabernáculo foram confeccionadas com fios de tecido azul, púrpura e escarlata (Êxodo 39:1), e que o selo gravado na coroa sacerdotal, com a inscrição "Santidade ao SENHOR", achava-se fixado na parte superior da mitra com um cordão azul (Êxodo 39:30-31).

Deus também havia instruído os israelitas a fazer borlas com um cordão azul nas extremidades de suas vestes, "para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do SENHOR e os cumprais; não seguireis os desejos de vosso coração, nem os dos vossos olhos, após os quais andais adulterando, para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sereis a vosso Deus" (Números 15:37-40).

A cor azul, portanto, lembrava os israelitas da santidade de Deus, das reivindicações de Sua santa lei e, ainda, da necessária separação que deveria existir entre o povo de Deus e as nações idólatras.

A grande meretriz se veste de púrpura e de escarlata, porém o azul está notavelmente ausente, indicando que, embora esta igreja se declare representante de Deus na Terra, ela transgride, ignora e até mesmo subverte ativamente a lei de Deus.

Reivindicação de autoridade da Igreja. Ora, é de conhecimento geral que a púrpura e a escarlata estão entre as cores mais representativas da Igreja papal, particularmente nas vestes especiais de seus mais altos dignitários (6), dentre eles, o próprio papa.

E é um fato que este falso sacerdócio assim representado tenha subvertido os mandamentos de Deus com base em suas pretensas reivindicações de autoridade e santidade.

Na Prompta Bibliotheca, de Lucius Ferraris, há estas declarações extraordinárias e blasfemas:

O Papa tem tão grande autoridade e poder que ele é capaz de modificar, explicar e interpretar até mesmo as leis divinas.
O Papa pode modificar a lei divina, uma vez que seu poder não provém do homem, mas de Deus, e ele atua como vice-regente de Deus sobre a terra com o mais amplo poder de ligar e desligar suas ovelhas. (7)

E, realmente, a Igreja fez uso de sua suposta autoridade, conforme se pode verificar na versão católica dos Dez Mandamentos, na qual o segundo mandamento encontra-se omitido, os preceitos que o próprio Deus especificou foram simplificados, e, ainda, a observância do sábado, o sétimo dia, foi substituída pela guarda do domingo, o primeiro dia da semana.

A respeito dessa última alteração na lei de Deus, o Sentinel, boletim da Igreja Católica de Saint Catherine, em Algonac, Michigan, reconhece:

Talvez a decisão mais ousada, a mudança mais revolucionária feita pela Igreja tenha ocorrido no primeiro século. O dia santo, o sábado, foi transferido do sétimo dia para o domingo. "O Dia do Senhor" (dies Dominica) foi escolhido, não por qualquer indicação encontrada nas Escrituras, mas pelo senso da Igreja de seu próprio poder. (8)

Não é de admirar que Paulo se refira a este falso sacerdócio como "o homem da iniquidade", ou "o homem da ilegalidade" (II Tessalonicenses 2:3), que se atreve a proferir "palavras contra o Altíssimo" e a mudar "os tempos e a lei" (Daniel 7:25).

O único dos mandamentos da lei de Deus que trata do tempo é o preceito que estabelece o sábado como dia santo (Êxodo 20:8-11), e que a Igreja Católica afirma ter mudado por sua própria autoridade!

Que contraste impressionante com a verdadeira igreja de Deus, simbolizada em Apocalipse 12 por uma mulher virtuosa, cujos fiéis remanescentes "guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus" (verso 17)!

A ausência da cor azul nas vestes da grande prostituta revela também a ausência de santidade, porque uma igreja que abandonou a verdade para seguir as práticas e tradições do mundo visando atrair e agradar os descrentes jamais será santificada pelo Espírito da verdade, e, com efeito, nunca poderá testificar de seu poder.

Pelo contrário, andará segundo os desejos do coração e dos olhos, após os quais andará adulterando.

3. Esplendidamente adornada

João também viu a mulher "adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas" (Apocalipse 17:4b)

A cor púrpura e escarlata, em combinação com o ouro, as pedras preciosas e as pérolas, descreve igualmente a magnificência e extraordinária pompa ostentadas pela altiva Sé romana.

Se a igreja pura se acha vestida do sol da justiça de Cristo (Apocalipse 12:1; Malaquias 4:2), da gloriosa luz que emana de Deus (Salmo 84:11; 104:1-2; Isaías 60:1-2; Mateus 13:43; João 8:12; Romanos 13:12-14), é porque foi justificada e está sendo santificada por Cristo, de modo que seus membros se tornem "irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo, retendo a palavra da vida" (Filipenses 2:15-16, Almeida Revista e Corrigida).

Mas se uma igreja se une ao mundo, será vestida da justiça do mundo e ostentará as honras que ele tem a oferecer.

De forma que se verifica nos ornamentos extravagantes da meretriz de Apocalipse 17 uma imagem da riqueza, pompa e dignidade que ela usurpou dos soberanos temporais, quando assumiu para si suas prerrogativas.

Referindo-se à figura do papado, o bispo John England observa:

O Papa não é apenas um bispo, mas é o chefe visível da igreja e, portanto, é servido por um corpo mais numeroso e digno do clero do que qualquer outro prelado. Ele também é um soberano temporal, e dispõe, naturalmente, dos próprios funcionários públicos ligados à sua corte...
Seu trono está localizado ao lado do altar do Evangelho, tendo em cada lado um pequeno assento para seus dois assistentes. No Domingo de Ramos, ele usa uma grande veste sacerdotal de cor púrpura brilhante, quase vermelha; sobre o fecho que a prende à altura do peito, há uma lâmina de prata, chamada formal, parte considerável da qual é finamente dourada; sobre seu belo relevo, há a imagem venerável do ancião de dias (Daniel 7:9), há nuvens gravadas em relevo sobre as imagens dos querubins (Êxodo 25:18) e círculos de pedras preciosas envolvem o conjunto.
Até ao tempo de Pio VI [o papa destronado por Napoleão], e desde Clemente VIII, por volta do ano 1600, os Papas tinham um esplêndido formal de ouro puro, com um rico ramo de oliveira de fino esmaltado verde do mesmo metal, em volta de três grandes botões de valiosas pérolas orientais. (9)

A mitra papal. Talvez nenhum outro objeto ilustre melhor a pompa que reflete a dignidade reivindicada pelo papado do que a mitra, símbolo máximo do poder papal.

A TIARA ou coroa tripla é, propriamente falando, tanto um ornamento eclesiástico como real; supõe-se ter sido usada pela primeira vez apenas com uma única coroa pelo Papa Silvestre, na época do Imperador Constantino. Inocêncio III, por volta do ano 1200, escreve que a igreja proveu uma coroa para o domínio temporal e uma mitra para o sacerdócio. Em geral, pensa-se que Bonifácio VIII, por volta de 1300, foi o primeiro que acrescentou uma segunda coroa, a fim de demonstrar a união da supremacia espiritual e do poder temporal; e cerca de vinte anos depois, João XXII, ou, segundo outros, Urbano V, mais de sessenta anos depois, incluiu uma terceira coroa, criando assim uma tiara para exibir os poderes pontifício, imperial e real combinados. Para o portador e para o espectador, ensinam-se lições instrutivas; um e outro são exortados de que a cabeça sobre a qual repousa a tiara deve ser dotada de excelente ciência, pois certamente possui poder de governo e jurisdição espiritual. E a variedade de seu conhecimento deve refletir a beleza dessa decoração que é extremamente notável. (10)

E James-Charles Noonan Jr. também escreve:

O mais respeitado dos símbolos eclesiásticos, a tiara ou triregno, é também um símbolo da autoridade do papa sobre a Igreja. Ninguém sabe ao certo quando a tiara se originou, e desde que apareceu pela primeira vez na Corte Papal, sofreu muitas mudanças. A tiara compreende três coroas separadas, ou diademas. A coroa inferior surgiu no século IX como ornamentação na base da mitra.
Quando os pontífices assumiram a função temporal dos príncipes monarcas, eles adornaram as decorações básicas com a coroa de joias dos príncipes da época. A segunda coroa foi acrescentada pelo papa Bonifácio VIII, em 1298, para representar seu domínio espiritual. Por volta do ano 1315, o triregno constava na documentação do Tesouro Papal. (11)

O leitor poderá conferir um histórico interessante sobre as tiaras papais e sua relação com a dignidade e autoridade reivindicadas pelo papado, clicando aqui.

No próximo artigo, vamos considerar as outras três características relacionadas à grande meretriz, e que, juntamente com as mencionadas acima, permitem-nos identificá-la inequivocamente com a Igreja papal, em cumprimento da profecia.


Notas e referências

1. Gelasius I on Spiritual and Temporal Power, 494.

2. The New Catholic Encyclopedia, Vol. 7, 2ª ed., Detroit, MI: Gale-Thomson, in association with The Catholic University of America, Washington, D.C., 2003, Art. "Inquisition", p. 487-488.

3. Innocent III, Papal Authority: Letter to the prefect Acerbius and the nobles of Tuscany, 1198.

4. Joseph Bernhart. O Vaticano: Potência Mundial. História e figura do Papado. Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1942, p. 170. Um comentário do canonista francês, Pedro Bertrand (1280-1349), à última sentença da bula Unam Sanctam, publicado originalmente no Corpus Juris Canonici, de 1582 (Extravagantes Communes, livro I, título 8, capítulo I, "De majoritate et obedientia", coluna 212), diz o seguinte: "Cristo confiou ao Papa a autoridade de seu ofício, conforme Mat. 16[:18] e capítulo 24[:45]. Não obstante, todo o poder no Céu e na Terra foi dado a Cristo, Mat. 28[:18]. Logo, o Papa, que é o seu Vigário, possui esse poder." - Guil. Barclaii J.C. of the Authoritie of the Pope: whether, and how farre forth, he hath power and authoritie over Temporall Kings and Princes, Liber posthumus. [Edited by John Barclay]. London: Arnold Hatfield for William Aspley, 1611, p. 144.

5. Alexander Clarence Flick. The Rise of the Mediaeval Church and its Influence on the Civilisation of Western Europe from the First to the Thirteenth Century. New York: G.P. Putnam's Sons, 1909, p. 413.

6. John Abel Nainfa. Costume of Prelates of the Catholic Church, according to Roman Etiquette. Baltimore, Md.: John Murphy Company, 1926. Ver Parte I, capítulo III.

7. Lucius Ferraris. Prompta Bibliotheca: canonica, juridica, moralis, theologica nec non ascetica, polemica, rubricistica, historica, vol. VII. Venetiis, Apud Gasparem Storti, 1782, verbete "Papa", art. II, p. 29, #30. Fonte da tradução das citações: clique aqui.

8. Leo Broderick, seção "Pastor's Page", Sentinel, Saint Catherine Catholic Church, Algonac, MI, May 21, vol. 50, n. 23, 1995. O Sumário do Poder da Igreja, de Agostino Trionfo, filósofo e teólogo católico, figura entre as obras mais importantes sobre a natureza da supremacia papal. Foi escrita no século XIV, a pedido de João XXII, e dedicada ao mesmo papa. Na edição de 1584, encontra-se esta declaração: "O mandamento do dia de sábado foi mudado pelo Papa para o dia do Senhor [domingo], devido ao sentido preeminente dos acontecimentos e a causas distintas em harmonia com o tempo e as circunstâncias." - Augustini Triumphi, Summa de Potestate Ecclesiastica. Romae, Ex Typographia Georgij Ferrariji, 1584, "Qvaest L. de Dispensatione. Tertii Praecepti", p. 267, col. 1, Articvlvs II. "Utrum Papa Possit dispensare, quod dies Sabbati in diem Dominica sit mutata", p. 268, col. 2. Fonte da tradução da citação: clique aqui.

9. John England. Explanation of the Construction, Furniture and Ornaments of a Church, of the Vestments of the Clergy, and of the Nature and Ceremonies of the Mass. Baltimore, Md.: F. Lucas, Jr., 1834, segunda parte: Explanation of the Ceremonies of the Holly Week, p. 12 e 13.

10. Ibid., p. 116 e 117.

11. James-Charles Noonan, Jr. The Church Visible: the ceremonial life and protocol of the Roman Catholic Church. New York: Viking, 1996, p. 189.

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