quinta-feira, 23 de julho de 2020

Covid-19: Casal de Kentucky obrigado a usar tornozeleiras


A tempestade pandêmica de coronavírus tornou-se um evento definidor da década, expondo, como nenhuma outra coisa, o período de extrema instabilidade política, econômica e social em que vivemos.

Ela também tem servido como pretexto para que um enorme aparato de vigilância, com tecnologia de nível militar, seja usado pelo governo contra os interesses dos cidadãos.

Como nos casos das detenções de um casal em um supermercado no Havaí e de um pai que brincava com sua família em um parque público no Colorado, porque deixaram de cumprir, no caso do primeiro, a quarentena de 14 dias, e, do segundo, o distanciamento social, um incidente ocorrido nesta semana se tornou o exemplo perturbador mais recente.

Segundo informações da WAVE3 News, depois de testar positivo para a Covid-19, Elizabeth Linscott disse que o Departamento de Saúde a contatou e pediu que assinasse documentos que a proibiriam de se deslocar para qualquer lugar sem antes informar os agentes de saúde. Desconfiada do teor dos documentos, ela se recusou a assiná-los.

Apesar da recusa, ela afirmou que tomaria todas as precauções necessárias se precisasse ir a um hospital, como informar aos funcionários que ela recentemente testou positivo para o vírus.

Alguns dias depois, no entanto, Elizabeth disse que o Departamento do Xerife do Condado de Hardin, Kentucky, bateu à sua porta sem aviso prévio. Resultado: O casal foi obrigado a usar tornozeleiras eletrônicas de vigilância e não pode se afastar mais de 60 metros de sua casa.

Segundo Elizabeth, ela nunca disse que não se colocaria em quarentena, apenas discordou dos termos dos documentos.

Este caso lembra o de um morador de Louisville que se recusou a permanecer em quarentena e foi obrigado por uma juíza a usar tornozeleira com GPS durante 14 dias.

Em duas postagens recentes, observei o quanto a pandemia evidenciou a expansão do poder do estado, em prejuízo dos direitos individuais. Você pode conferi-las aqui e aqui.

A presença mais invasiva do estado é, sem dúvida, um acontecimento de interesse profético, visto que um estado mais forte e mais onipresente constitui condição sine qua non para o cumprimento de profecias como Apocalipse 13 e 17.

Casos surreais como o da família Linscott estão se tornando comuns e, mesmo enquanto as economias reabrem gradualmente à medida que a infecção parece contida, as pessoas estão descobrindo que só podem socializar sob condições mais rigorosas.

Este é um tempo como nenhum outro. Se tudo o que está acontecendo à nossa volta não puder despertar-nos de nosso torpor espiritual, nada mais o fará. Queira Deus que eu esteja errado!

2 comentários:

  1. Casos assim serão cada vez mais frequentes, até que se tornem "aceitáveis" e então "normais".
    O estado e o sistema extirparão qlqr direito com a falta premissa do bem comum.
    É como a fábula do cozimento das rãs.
    A boa nova é que Cristo logo vem!

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    1. Amém! Exatamente isso! Obrigado, Ricardo, pelo comentário oportuno! Que Deus o abençoe!

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