"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Ap 14:12)

quinta-feira, 30 de julho de 2015

O padrão do juizo e a responsabilidade moral

O caráter de cada indivíduo será avaliado segundo as obras registradas nos livros do Céu (Daniel 7:9-10) e conforme o padrão divino de conduta (Tiago 2:12). As Escrituras frequentemente mencionam os livros de registros de Deus (Êxodo 32:32-33; Salmo 69:28; Jeremias 17:1; Daniel 12:1; Malaquias 3:16; Lucas 10:20; Apocalipse 3:5; 20:12). Esses livros celestiais, cujo conteúdo revela todos os detalhes da vida do homem e sua obra, constituem grande parte das evidências diante do tribunal divino. A lei de Deus, por sua vez, estabelece o padrão moral através do qual Deus julga. Tanto o ímpio com a sua impiedade quanto o justo com a sua bondade serão levados a juízo.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Cristo, nosso Juiz

O antigo santuário hebreu era muito mais do que um local de culto. Por meio de sua estrutura e serviços, os israelitas tinham acesso ao método divino de redenção que viria por meio de Jesus Cristo. Todos os serviços típicos do santuário terrestre centralizavam-se em Jesus e revelavam de maneira extraordinariamente intensa as diferentes funções cumpridas pelo Salvador dentro do programa divino de redenção:

sábado, 25 de julho de 2015

O Dia da Expiação e o juízo

Terminamos nosso último post (clique aqui para ler) mencionando os dois tipos de serviços realizados no antigo santuário hebreu: os serviços diários, ministrados pelos sacerdotes no átrio e no primeiro compartimento do tabernáculo, chamado o Santo Lugar, e que consistiam nos sacrifícios da manhã e da tarde (Êxodo 29:38-39; Números 28:3-4); e a cerimônia anual, que ocorria no segundo compartimento do tabernáculo, chamado Santo dos Santos ou Santíssimo, e ao qual somente o sumo sacerdote tinha acesso, uma vez por ano (Levítico 23:26-32; 16).

Ao compreender o significado e a dimensão espiritual de cada um desses serviços sagrados, esperamos compreender a natureza e a plena significação do juízo pré-advento anunciado pelo primeiro anjo em Apocalipse 14:7.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

O juízo pré-advento

Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo. (Apocalipse 14:7)

A expressão "é chegada a hora do seu juízo" indica em que fase da história da redenção a mensagem do primeiro anjo é proclamada. No original, a palavra "juízo" (krisis) diz respeito ao processo de julgamento, a ação de julgar, em contraste com krima, o veredito ou sentença do julgamento, como em Apocalipse 17:1. Sem dúvida alguma, trata-se de uma parte especial do evangelho eterno destinada aos últimos dias.

terça-feira, 21 de julho de 2015

O último apelo divino

A obra do primeiro anjo consiste em proclamar ao mundo o evangelho eterno, imutável, que apresenta Jesus Cristo como a solução para a aflitiva condição humana. Almas sedentas, abatidas e desorientadas podem encontrar no evangelho a fonte única de vida e graça, obtendo não apenas o perdão, mas também a purificação e a justiça de Cristo, através dos quais podem praticar a vontade de Deus (I João 1:9; Romanos 6:17-18).

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A PRIMEIRA MENSAGEM ANGÉLICA

Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:6-7)

Por meio da mensagem do primeiro anjo, a humanidade é chamada a temer, glorificar e adorar a Deus como único Criador e Redentor. A aceitação deste apelo requer de todo homem plena confiança em Deus e estrita obediência aos Seus mandamentos, pela fé em Jesus (Apocalipse 14:12).

sábado, 18 de julho de 2015

"Aqui está a perseverança dos santos"

As Escrituras declaram que "o pecado é a transgressão da lei" (I João 3:4) e que "pela lei vem o pleno conhecimento do pecado" (Romanos 3:20). Se "não há lei, também não há transgressão" (Romanos 4:15; 5:13). Logo, se não houvesse lei para transgredir, Adão e Eva não poderiam ter sido culpados de pecado, nem expulsos do Éden. Contudo, nossos primeiros pais pecaram (Gênesis 3; Isaías 43:27; Romanos 5:12), e seu pecado consistiu na desobediência de uma ordem divina expressa, de natureza eminentemente moral (Gênesis 2:16-17).

quarta-feira, 15 de julho de 2015

O suposto conflito entre lei e graça

A despeito do claro testemunho das Escrituras acerca da lei moral, muitos cristãos acreditam que a "nova lei do evangelho" suplantou a "antiga lei", comumente associada à vida civil e religiosa dos israelitas. Raciocinam que havia uma era de salvação anterior ao cristianismo baseado na obediência à lei, e uma era cristã distinta de salvação pela graça que substituiu o antigo modelo. Apesar da profunda consideração que tenho por estes cristãos, nada pode estar mais longe da verdade.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

O correto cumprimento da lei

Uma vez que a natureza da lei é espiritual, Deus só pode aceitar uma obediência espiritual. A mente carnal, por estar sob o poder do pecado, encontra-se vendida à escravidão do pecado, e, portanto, é incapaz de obedecer (Romanos 7:14). Tentativas legalistas de obedecer à lei resultam em "forma de piedade" (II Timóteo 3:5), uma prática religiosa meramente externa e formal destituída de qualquer benefício. Quando mentes carnais buscam cumprir a lei, entram em conflito com a própria lei, a qual é santa, justa e boa (Romanos 7:12).

sábado, 11 de julho de 2015

A cruz confirma a validade da lei moral

Estar sob a graça de Cristo não significa que a lei moral tenha sido abolida na cruz. Nosso Salvador não veio ao mundo condenar e abolir a lei, mas o pecado, este sim o verdadeiro vilão da humanidade (Mateus 5:17; Romanos 8:1-4; Hebreus 9:28; I João 3:4-5). É o pecado, portanto, que precisa ser definitivamente abolido, e para isto Cristo veio.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

O evangelho e a lei moral


Ao passo que o evangelho eterno é uma expressão da graça redentora de Deus (Atos 20:24), a lei moral é uma expressão de Sua vontade (Deuteronômio 10:12-13; Mateus 19:17; I João 5:3). Através da Palavra de Deus e Seu Espírito são revelados ao homem os grandes princípios de justiça, os elementos que constituem a verdadeira força de caráter expressos no santo decálogo. E desde que a lei é santa, justa e boa (Romanos 7:12) e expressão exata da perfeição divina (Salmo 19:7, comparar com Mateus 5:48), segue-se que o caráter formado pela obediência àquela lei será santo.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A experiência da salvação

A provisão feita por Cristo por meio do evangelho é inclusiva e todo abrangente (João 3:16; I João 2:2). Tal provisão foi estabelecida nos concílios secretos do Altíssimo "antes dos tempos eternos" (Tito 1:2). Esta é a única e legítima pré-determinação de que fala as Escrituras. O propósito de Deus é salvar a todos os que pela fé aceitam a Cristo como seu Redentor (Romanos 8:29-30; Efésios 1:4-5).

domingo, 5 de julho de 2015

A ciência da salvação


Em vista da grandiosa provisão de Deus na pessoa de Seu Filho, Jesus Cristo, e pelo fato de o sincero arrependimento do pecado permitir a Deus, por assim dizer, perdoar e restaurar o pecador contrito que tem fé em Jesus, a mensagem do evangelho é um chamado do Céu para que homens e mulheres busquem sinceramente ao Senhor e recebam os generosos suprimentos de Sua graça.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Diagnóstico e remédio (3)

Visto ser o pecado a causa de tantas calamidades e constantes antagonismos, não é possível para um Deus santo, justo e amoroso menosprezar o pecado, esquecê-lo ou ignorá-lo. A natureza de Deus exige uma reação efetiva contra o pecado; este deve ser julgado e finalmente banido do Universo, pois nenhum governo divino seria possível se Deus tolerasse o pecado.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Diagnóstico e remédio (2)


Antes que o pecado viesse a existir, a Escritura se refere ao homem como um ser perfeito, criado para desfrutar íntima comunhão com o Criador e com o seu semelhante, pertencendo a um Deus que, unicamente, é a fonte de vida. Cada etapa da criação foi demarcada com a sentença divina de que tudo era "bom" (Gênesis 1:4, 10, 12, 18 e 25), mas no sexto dia, depois de criar Adão e Eva, Deus declarou que tudo quanto fizera "era muito bom" (v. 31), significando que homem e mulher eram tanto o clímax da criação como a imagem e semelhança de seu Criador (v. 26).

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