Blog dedicado ao estudo de Apocalipse 14:6 a 12.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

O apelo para temer a Deus

Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo... (Apocalipse 14:6-7)

A mensagem mundial do primeiro anjo abre o evangelho eterno com o solene apelo para temer a Deus e glorificá-Lo! Este apelo tem sua importância e urgência aumentadas em virtude do início do juízo no local do trono de Deus (Daniel 7:9-10). Exorta a humanidade a voltar-se para o Senhor no tempo de Sua visitação. O destino de cada alma depende da forma como o último chamado de Deus é recebido.


Tal apelo não poderia ser feito da maneira como é apresentado aqui - na figura de um poderoso anjo celeste, cuja glória e pureza, o ímpeto de seu voo e a intensidade do seu clamor nos permitem divisar o caráter da mensagem e de seus mensageiros humanos - se o juízo divino não houvesse começado. A realidade de um juízo no Céu transmite ao derradeiro convite da graça o seu sentido singular de urgência e propósito.

O objetivo do chamado de Deus

À luz desta suprema realidade - a de um juízo pré-advento no Céu -, o objetivo inicial da primeira mensagem angélica é convencer cada homem, mulher e criança, independentemente de sua origem ou condição social, sobre o dever de temer a Deus e tributar-Lhe glória, antes que seja proferida a sentença divina que decidirá seu destino em termos de justificação ou condenação (Apocalipse 22:11). Esta mensagem de misericórdia, procedente do trono de Deus, reflete a mesma advertência do sábio Salomão:

De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más. (Eclesiastes 12:13-14)

Eis a síntese do evangelho eterno! Nas palavras inspiradas de Salomão, resume-se magistralmente o que Deus espera de todo homem! O propósito supremo da vida não pode ser outro, senão reconhecer a Deus e seus santos mandamentos, e se o fizermos, mediante a Sua graça, certamente encontraremos a paz que excede todo o entendimento (Filipenses 4:7)!

Esta singela exortação, e tudo o que ela representa, reverbera uma vez mais, e com intensidade ainda maior, na voz do primeiro anjo de Apocalipse 14, face à obra judicial de nosso Sumo Sacerdote em Seu santuário! A glória da salvação que emana do trono de Deus pertence unicamente a Ele, mas é dever de todo homem temer a Deus e obedecer-Lhe os preceitos, pois "todos nós compareceremos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo" (II Coríntios 5:10).

Que mensagem tremenda esta! Ao considerarmos que "Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más", deve ser nosso maior interesse examinar a própria vida diante do Senhor e remover do coração as obras más que nos impedem de alcançar êxito. Ora, nós temos grande Sacerdote na casa de Deus que pode removê-las completamente (Hebreus 10:21; 7:25), e "purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras" (Tito 2:14). Mas é necessário haver diligente esforço de nossa parte neste sentido, em cooperação com o poder de Deus para salvar (Lucas 13:24; Filipenses 2:12-13).

Ontem pela manhã, li em um site de notícias sobre uma menina de sete anos, Chloe Bridgewater, que enviou uma singela carta de próprio punho ao "chefe do Google" pedindo uma vaga na empresa! Surpreendentemente, Chloe recebeu uma resposta assinada pelo presidente-executivo da companhia, Sundar Pichai, a qual dizia, entre outras coisas, o seguinte: "Eu acho que, se você continuar trabalhando duro e perseguindo seus sonhos, pode conseguir tudo o que deseja"!

De fato, podemos obter, com muito esforço, quase tudo o que desejamos. No entanto, na maioria das vezes investimos duro pelas coisas que perecem, quando na verdade deveríamos aplicar-nos decididamente à obra pessoal de vencer o pecado, pela graça de Cristo, e ajuntar "tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam" (Mateus 6:20). Nada pode ser mais importante do que a nossa salvação e a salvação das almas a perecer. É tempo de revermos nossas prioridades, se desejamos viver para sempre com Jesus.

O temor de Deus e a obediência

Uma vez que o ministério sumo sacerdotal de Jesus envolve não apenas a obra de misericórdia, mas também a vindicação do caráter de Deus na confirmação da natureza imutável de Sua lei, a estreita relação entre temer o Senhor e guardar os Seus mandamentos é especialmente significativa. Esta relação é enfatizada nas Escrituras:

Quem dera que eles tivessem tal coração, que me temessem e guardassem em todo o tempo todos os meus mandamentos, para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos, para sempre! (Deuteronômio 5:29)
Mas a misericórdia do SENHOR é de eternidade à eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem. (Salmo 103:17-18)

Temer a Deus constitui a experiência fundamental do crente. Sem o temor do Senhor, é impossível amá-Lo, apreciar os Seus caminhos, guardar os Seus mandamentos, servi-Lo fielmente e receber as bênçãos que Ele prometeu a nós e aos nossos filhos.

O temor do Senhor é o segredo para uma vida cristã bem sucedida. Mediante o temor de Deus, somos levados a ver os próprios erros em sua verdadeira natureza, sensibilizados quanto à necessidade de arrependimento e perdão, e, pelo auxílio da graça divina, purificados na obediência à verdade.

Consideremos a relevância desta experiência pessoal com Deus tendo em vista a obra conclusiva de Jesus no santuário celestial desde 1844, em cumprimento ao Dia da Expiação típico! Não é de admirar que o chamado para temer a Deus seja o primeiro dos três imperativos presentes na mensagem do primeiro anjo à geração do tempo do fim!

Ademais, Satanás está empenhado em desviar os homens de sua aliança com Deus e de prestarem obediência à Sua lei. Sob muitas formas e por diversos meios, o inimigo da verdade tem trabalhado decidida e engenhosamente no sentido de seduzir as pessoas a seguir seus próprios sentimentos e impressões, em lugar de prestar obediência à lei de Deus, levando-as assim à indulgência e autossatisfação. Muitas vezes os desvios são de tal ordem, que não são vistos como sendo o fruto da transgressão, mas apenas adaptações aos novos tempos!

Com efeito, seria leviano de nossa parte desprezar o solene chamado de Deus ao Seu povo. O Senhor requer de cada um de nós obras de fé e obediência correspondentes às bênçãos e privilégios conferidos. A obediência exige sacrifício e implica uma cruz; e este é o motivo por que tantos dentre os professos seguidores de Cristo se recusam a receber a luz do Céu e, como aconteceu com os judeus de outrora, não conhecem o tempo de Sua visitação (Lucas 19:44). (1)

O significado prático de temer a Deus

O conceito bíblico sobre o temor do Senhor é riquíssimo e de grande significação para o crente. Consideremos alguns textos-chaves que nos esclarecem quanto ao significado prático de temer a Deus.

O temor do Senhor é "o princípio da sabedoria" (Salmo 111:10; Provérbios 1:7; 9:10), a "instrução da sabedoria" (Provérbios 15:33), e a própria sabedoria (Jó 28:28)! O livro de Provérbios personifica metaforicamente a sabedoria, relacionando-a ao próprio Deus (1:20-33; capítulo 8 e 9). O apóstolo Paulo se refere a Cristo como o "poder de Deus e sabedoria de Deus" (I Coríntios 1:24, 30). Assim, Jesus Cristo é a sabedoria personificada! Conhecê-Lo é conhecer a sabedoria, que consiste em temer a Deus.

Conhecer a Cristo, portanto, é uma condição indispensável para que sejamos sábios, isto é, para que tenhamos o temor de Deus e obedeçamos aos Seus mandamentos (Salmo 86:11). Ao aprender a desenvolver o temor do Senhor, passamos a aborrecer o mal e a evitá-lo (Provérbios 8:13; 16:6). Em outras palavras, com o auxílio da divina graça, desvencilhamo-nos do pecado, passamos a detestá-lo e finalmente nos afastamos dele, ao passo que nos aproximamos cada vez mais de Cristo e de Sua perfeita justiça.

Não é possível conhecer a Jesus, no sentido de um íntimo e constante relacionamento com Ele, e ainda identificar-se com o pecado. A obra de redenção não consiste apenas em perdoar pecados, mas removê-los da vida do crente pela virtude do sangue de Cristo (Isaías 1:18; I João 1:9; Apocalipse 7:13-14). Isto não é perfeccionismo, mas santificação. Neste processo, obtém-se plena vitória sobre o pecado, na perspectiva de que a natureza pecaminosa será finalmente subjugada quando "este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o corpo que é mortal se revestir de imortalidade" (I Coríntios 15:54).

Aborrecer o pecado e desviar-se dele é sinal de que somos nascidos de Deus, que possuímos o temor do Senhor (I João 5:18; Provérbios 16:6). A renovação diária desta experiência requer um decidido esforço de nossa parte em união com o poder divino. Este é o segredo para vivermos em total submissão a Cristo, em harmonia com a Sua vontade. Cumprir a lei de Deus dentro das condições estabelecidas por Ele não é legalismo, nem uma impossibilidade (Deuteronômio 30:11-14). Os Seus mandamentos não são penosos (I João 5:3).

Neste sentido, o temor do Senhor é um fruto do Espírito Santo. Não guardamos a lei moral para desenvolver o temor de Deus, mas observamo-la porque somos movidos por este temor reverente que procede do Céu. Obedecer aos santos requerimentos de Deus é sempre o resultado desta experiência mais profunda com Ele, e não o inverso.

Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis. (Ezequiel 36:25-27)

Uma atitude pró-ativa contra o pecado

Todavia, nós temos um papel a desempenhar neste processo. Numa época de grande apostasia, Deus enviou por meio de Seu profeta uma mensagem de arrependimento e conversão ao Seu povo. Esta mensagem chega até nós, que vivemos nos derradeiros e culminantes momentos da história, com a mesma força e intensidade de outrora:

Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito de órfão, pleiteai a causa das viúvas. (Isaías 1:16-17)

Repare nos imperativos de Deus e na ordem em que aparecem na instrução divina. Requer-se do pecador penitente uma atitude pró-ativa contra o pecado! O pecado resulta em contaminação moral e decadência espiritual. Lavar do pecado, purificar da contaminação moral, tirar a maldade do coração e cessar de fazer o mal são as primeiras condições para experimentar pureza de caráter e uma vida moralmente elevada, e Deus pode e deseja realizar esta obra na vida do pecador (Isaías 1:18). Porém é preciso haver determinação de nossa parte.

As condições seguintes também exigem de nós uma atitude pró-ativa: aprender a fazer o bem, e, por conseguinte, aborrecer o mal (Amós 5:15) é um princípio ativo pelo qual se cultiva a retidão e evita-se a impiedade. Requer firmeza de propósito em união com o infinito poder de Deus para redimir do pecado. O grande propósito de Deus é reeducar nossa mente, mudar nosso ser, imprimir em nós o Seu caráter! Como resultado, nós não seremos condescendentes com a opressão e a injustiça de que são vítimas os mais vulneráveis.

Assim, devemos ouvir atentamente o que Deus diz para o nosso benefício e viver de acordo com Suas orientações. O conhecimento de Deus produz mudança de mentalidade, da morte para a vida. A fim de obtermos a salvação, necessitamos seguir estritamente as instruções que Deus nos deixou em Sua Palavra. Devemos viver em função do "Assim diz o Senhor", e não segundo a falácia das conjecturas humanas. Esta deve ser nossa luta diária.

Quem dera que eles tivessem tal coração, que me temessem e guardassem em todo o tempo todos os meus mandamentos, para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos, para sempre! (Deuteronômio 5:29)

O desejo e propósito de Deus é que tenhamos uma nova atitude mental face às nossas reais necessidades, uma disposição íntima de cooperar com Ele para o desenvolvimento de nossa salvação com temor e tremor (Filipenses 2:12). Se nos propusermos a isto, se houver de nossa parte "boa vontade" (II Coríntios 8:12), a vida será transformada na medida de nossa determinação (Romanos 12:2).

Nosso maior desejo será, então, viver em harmonia com os preceitos de Deus, e não de acordo com as inclinações da carne. Esta é a única obediência aceitável ao Senhor - uma obediência verdadeira, que nasce de um coração transformado, cheio do temor de Deus, cheio da presença do Seu Espírito.

O segredo para obter o temor do Senhor

Uma vez que o temor de Deus é o princípio da experiência cristã, o segredo para uma vida verdadeiramente abundante e significativa, o Senhor deixou-nos a receita pela qual podemos obtê-lo - o conhecimento de Deus, que é vida eterna!

Filho meu, se aceitares as minhas palavras e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o coração ao entendimento, e, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus. (Provérbios 2:1-5)

Para sermos salvos, nós precisamos seguir as orientações de Deus. Esta deve ser nossa maior prioridade. Nossa carreira, segurança social, bens materiais, nada disso deve ocupar a suprema meta de obter o temor de Deus e viver segundo Sua vontade. As conjunções condicionais presentes na promessa divina revelam que não basta o desejo de ser bom, mas é preciso também estar disposto a colaborar com Deus, a realizar o esforço necessário, proporcional ao valor do bem que se busca.

Não se encontra prata ou tesouros escondidos na superfície. Para encontrar a sabedoria, o temor de Deus, é preciso cavar profundamente e com perseverança em busca do conhecimento que pode tornar-nos sábios para a salvação (II Timóteo 3:15). Não há tesouro terrestre que possa rivalizar com o valor inestimável dos tesouros celestiais. Ao passo que a busca por tesouros terrestres frequentemente resulta em frustração e perdas, a busca pelos tesouros do Céu na inesgotável mina de Deus, que é a Sua Palavra, mostrar-se-á uma experiência renovadora e vivificante. Os que verdadeiramente cavam fundo na Palavra de Deus, jamais serão frustrados!

Escrevendo sobre o caminho para se efetuar essa busca profunda e decidida dos tesouros escondidos de Deus - busca pela qual se vence o pecado, Ellen G. White declara:

Se são acalentados pensamentos sobre Cristo, Sua obra e caráter, sereis levados a cavar fundo na mina da verdade, e sereis habilitados a entrar na posse de preciosas gemas da verdade. Pelo apreço do caráter de Cristo, pela comunhão com Deus, o pecado tornar-se-á detestável para vós. Ao meditardes nas coisas celestiais e andardes com Deus, como fez Enoque, deixareis de lado todo peso e o pecado que tão tenazmente nos assedia, e correreis com perseverança a carreira que vos está proposta. ... Nosso edifício precisa estar fundamentado na Rocha que é Cristo Jesus, pois do contrário não suportará a prova da tempestade. (2)

Os benefícios de aceitar o apelo de Deus

Quais são as vantagens reais de se obter o temor de Deus?

O temor do SENHOR prolonga os dias da vida, mas os anos dos perversos serão abreviados. (Provérbios 10:27)
No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos. O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte. (Provérbios 14:26-27)
O temor do SENHOR conduz à vida; aquele que o tem ficará satisfeito, e mal nenhum o visitará. (Provérbios 19:23)

O temor de Deus prolonga a vida, é forte amparo e fonte de vida, e conduz à vida! Nosso amado Salvador declarou: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10:10)! Não é sem razão que o salmista escreveu: "Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos!" (Salmo 128:1). "Eis que os olhos do SENHOR estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia" (Salmo 33:18).

Esta é a promessa do Senhor! Vale à pena unir-se a Jesus em um empenho pessoal para desenvolver o temor de Deus, que é fonte inexaurível de vida e proteção contra os laços da morte. Eis por que o primeiro anjo de Apocalipse 14 voa no zênite do céu e proclama, em grande voz, o último chamado de Deus à humanidade para que obtenha o temor do Senhor, que renova, vivifica e conserva para a vida eterna!

Se ouvirem a voz de Deus e atenderem ao Seu solene apelo, a degenerescência e atrofiamento de que são vítimas os homens pela ausência do temor do Senhor na Terra serão convertidos em restauração e enobrecimento das faculdades adormecidas da alma, com inestimáveis vantagens para esta vida e a vida por vir.

Ouçamos hoje a sua voz, e respondamos favoravelmente ao apelo da graça durante o tempo de nossa oportunidade. Que assim seja.


Notas e referências

1. Ellen G. White. O Grande Conflito. Décima Nona Edição. Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1978, p. 315.

2. ___________. Exaltai-O. Meditações Matinais 1992. Versão em CD-ROM. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, p. 239.

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