terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Receita para corromper a juventude

O TikTok foi eleito a plataforma de mídia social mais popular do ano, mas os pais não têm o que comemorar. O aplicativo expõe crianças ao uso de drogas, sexo e pornografia, além de ser uma vitrine para adolescentes seminuas em busca de aprovação.

O perigo a que podem estar expostas as crianças que acessam o aplicativo ou que assistem às propagandas veiculadas entre um joguinho gratuito e outro é ilustrado pela ação coletiva movida contra a controladora no Tribunal Distrital Central da Califórnia por Candie Frazier, ex-moderadora de conteúdo.

Frazier entrou com um processo contra a plataforma, alegando que a controladora ByteDance fornece salvaguardas inadequadas para proteger a saúde mental dos moderadores contra um ataque quase constante de imagens perturbadoras.

Ela disse que passava 12 horas por dia moderando vídeos enviados ao TikTok para uma firma terceirizada chamada Telus International. Na época, Frazier disse que testemunhou "milhares de atos de violência extrema e gráfica", incluindo tiroteios, estupro de crianças, mutilação de animais, canibalismo, assassinatos por gangues e genocídio.

Como resultado de seu trabalho, Frazier diz que sofreu "grave trauma psicológico, incluindo depressão e sintomas associados à ansiedade e TSPT [transtorno de estresse pós-traumático]".

O processo diz que Frazier tem "problemas para dormir e, quando dorme, tem pesadelos horríveis. Muitas vezes ela fica acordada à noite tentando dormir, reproduzindo em sua mente os vídeos que viu. Ela tem ataques de pânico graves e debilitantes".

Embora muito do conteúdo perturbador seja bloqueado no trabalho de moderação, sabemos que nem tudo é filtrado, e as crianças acabam fatalmente expostas a cenas que são impróprias até mesmo para adultos. Isso vale também para outras plataformas de mídia social.

Para início de conversa, nunca deveríamos ter colocado nas mãos de nossos filhos um smartphone. Resta-nos agora minimizar os estragos, orientando as crianças sobre o uso prudente do aparelho e monitorando de perto o que elas assistem, de maneira que não sejam expostas a influências que poderão afetá-las pelo resto de suas vidas.

A degradação moral é um sinal do fim, mas nossos filhos não precisam ser personagens neste drama fatídico.

Com informações do The Verge.

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