Blog dedicado ao estudo de Apocalipse 14:6 a 12.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Purificados de todos os pecados perante o Senhor

A visão da tarde e da manhã de Daniel 8:14, que diz respeito à purificação do santuário no Céu, é o centro de nossas maiores esperanças! Sobre ela, o anjo Gabriel testificara a Daniel: "é verdadeira" (verso 26)! E não há nenhuma razão para duvidar de seu testemunho, pois Jesus Cristo, a "testemunha fiel e verdadeira" (Apocalipse 3:14), nosso "grande sacerdote sobre a casa de Deus" (Hebreus 10:21) levará a glorioso termo o plano divino de redenção iniciado na cruz, para a vindicação de Deus e de suas criaturas (Filipenses 1:6)!


É para esta extraordinária visão que a obra profética do "anjo forte" com o livrinho aberto na mão insofismavelmente aponta (Apocalipse 10:1-2). O anjo Gabriel instruíra Daniel a preservar ou selar a visão, "porque se refere a dias ainda mui distantes", "até ao tempo do fim" (Daniel 8:26. 12:4), significando que a resposta à pergunta "Até quando durará a visão...?" (Daniel 8:13) cumprir-se-ia somente depois de transcorrido o período de tempo indicado na profecia: duas e mil e trezentas tardes e manhãs ou 2.300 anos.

Mas agora, o próprio Senhor Jesus Cristo, na forma de um mensageiro celeste, jura solenemente em nome de Si mesmo que "Já não haverá demora" (Apocalipse 10:6), anunciando que o evento antecipado na profecia de Daniel, a última etapa da história da salvação antes do soar do sétima trombeta (Apocalipse 11:15), começara, e que a ciência a seu respeito se multiplicaria entre as nações. É a partir deste ponto que há no Apocalipse uma explosão virtual de material profético proveniente do livro de Daniel, e toda a mensagem profética de João passa a ser estruturada na perspectiva da obra de Cristo no segundo compartimento do santuário:

Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada. (Apocalipse 11:19)

Note-se a ênfase de João no fato de que ele vê não o santuário hebreu, "figura e sombra das coisas celestes" (Hebreus 8:5), mas o santuário celestial, "o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação" (Hebreus 9:11), no qual Cristo ministra como nosso Sumo Sacerdote pela virtude de Seu precioso sangue (6:20; 9:24-26)!

João, porém, vê mais do que o próprio santuário; ele contempla na visão a arca da Aliança no Lugar Santíssimo! No santuário terrestre, a arca ficava no interior do Santo dos Santos, o centro do serviço anual da expiação que, por sua vez, era um tipo do dia do juízo. Esta visão de João é significativa porque tem íntima conexão com o início da sétima trombeta, a qual anuncia o tempo da vinda de Cristo e do estabelecimento de Seu reino eterno. Isso revela que havia começado a derradeira e culminante fase do plano divino de redenção na sede de operações no Céu.

Esta obra decisiva é o cumprimento do Dia da Expiação típico no Santo dos Santos do santuário celestial. É de tal solenidade e importância para o povo de Deus que, na visão, é acompanhada de relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada, como no sétimo flagelo (Apocalipse 16:17-18, 21)! O Senhor está chamando a nossa atenção para o supremo sentido de Seu ministério intercessor no santuário celestial - uma obra que agora inclui o juízo no Santo dos Santos e que tem consequências eternas, para o bem ou para o mal! É sob a luz desta verdade que a dinâmica das profecias do Apocalipse se desenvolve desde o capítulo 11 até o fim do livro.

Significa que a luz do evangelho irradiada pela Palavra de Deus sobre a geração do tempo do fim procede diretamente do santuário celestial, em particular do Lugar Santíssimo, onde nosso Sumo Sacerdote começou em 1844 a última etapa do plano divino de redenção: uma obra de julgamento que purifica o santuário celestial dos registros de pecados e declara puros os legítimos seguidores de Jesus, e condena o pecado e seu autor à total erradicação.

Não posso imaginar nada mais solene e de vívido interesse para a igreja do tempo do fim! A passagem de Cristo do Lugar Santo para o Santíssimo no santuário celestial implica que uma nova porta se abriu para o povo de Deus, uma nova possibilidade de salvação que vai além do perdão dos pecados. Como temos visto, o cancelamento do pecado envolve mais do que perdão; inclui também a sua completa extinção. Perdoar pecados é apenas parte da obra redentora de Cristo, que deve necessariamente triunfar sobre eles e erradicá-los.

A cruz não eliminou a existência do pecado. Satanás ainda está em plena atividade, e podemos ver por toda parte os efeitos deletérios de sua nefasta obra. A degradação moral e da própria pessoa humana e o aumento brutal da violência em todas as suas formas, principalmente contra crianças, está além da capacidade de descrever. Porém o supremo sacrifício de Cristo na cruz lançou o fundamento para a solução final de Deus ao problema do pecado, que abrange o seu banimento mediante o ministério sumo sacerdotal de Cristo no Céu como Mediador e Juiz. Esta obra não cessará até que a presença do pecado no Universo tenha sido eliminada. A justiça divina exige executar a sentença final sobre Satanás e seus adeptos e garantir a eterna segurança do trono de Deus e de Suas criaturas.

Que pensais vós contra o SENHOR? Ele mesmo vos consumirá de todo; não se levantará por duas vezes a angústia. (Naum 1:9)
Pois eis que vem o dia e arde como fornalha; todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo. (Malaquias 4:1)

Então, quando olhamos para o sistema do santuário terrestre, nós podemos compreender com maior lucidez por que os israelitas aguardavam com intenso interesse e reverência o veredito final de Deus no Dia da Expiação. A vindicação de cada um deles dependia da aceitação e purificação da parte de Deus e da completa eliminação do pecado! Observavam com reverente expectativa a saída do sumo sacerdote do santuário. Ouviam-no confessar solenemente sobre a cabeça do bode vivo todas as suas iniquidades, transgressões e pecados, e presenciavam o banimento do bode ao deserto, para nunca mais ser visto outra vez (Levítico 16:20-22). Nesse momento, eles sabiam que os pecados daquele ano haviam sido banidos para sempre e que não haveria mais qualquer lembrança a seu respeito!

Qual é a mensagem final do Dia da Expiação? A sentença de Deus procedente do santuário, favorável ao Seu povo: "Vocês estão purificados de todos os pecados perante o Senhor" (Levítico 16:30)! Que significa para o crente esta declaração? Significa estar totalmente salvo, coberto com a justiça de Cristo e "achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis" (II Pedro 3:14)! Significa estar para sempre livre do pecado, de sua influência figadal, escravizadora e alienante, e ter restauradas as faculdades espirituais da mente, de modo a viver em completa harmonia com a vontade de Deus.

O acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusava de dia e de noite, diante de Deus (Apocalipse 12:10), não os pode mais acusar como pecadores e impuros, pois eles escolheram a justiça de Cristo, e, portanto, o pecado nunca mais terá poder sobre suas vidas! Eles agora habitam numa esfera de infinita pureza, sem possibilidade de serem tentados ou contaminados, refletindo somente a presença e a glória de Deus! Seu quinhão é a vida eterna com Cristo num Universo totalmente livre do pecado e da impureza.

O que pode ser mais expressivo e de inestimável valor para o cristão do que esta proclamação divina procedente do trono de Deus, a mais grandiosa cena do verdadeiro Dia da Expiação que começou em 1844? Não deveríamos fundamentar nossa esperança eterna em receber a sentença de Cristo a nosso favor, cooperando decididamente com o Espírito Santo neste sentido?

Nenhum de nós pode, por si mesmo, declarar-se purificado de todos os pecados perante a corte celeste. Somente Jesus Cristo, nosso grande Sumo Sacerdote, pode fazê-lo. Tal declaração, para usar as palavras de Edward Heppenstall, excede todos os clamores e pronunciamentos humanos. Ela não representa a opinião do mais sábio da Terra, nem a tradição do mais velho, nem a voz da maioria, nem o julgamento do melhor. É a palavra de Deus somente. O que Ele ordena é pureza eterna e impecabilidade em um Universo perfeito.

Qualquer atrativo que o mundo possa oferecer, ou qualquer desilusão, dor ou sofrimento que venhamos a experimentar, nada disso pode comparar-se ao veredito divino que declara limpos os verdadeiros seguidores de Jesus. Pecado e morte não têm mais poder sobre eles! Estão completamente livres de sua influência. No juízo agora em curso no santuário celestial, Cristo declara purificados os nomes dos que "lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro" (Apocalipse 7:14). Esta indizível realidade deve despertar cada fibra de nosso ser. Nada pode ser mais significativo do que ter o nome aprovado nos livros de registro do Céu, quando o nosso caso for apresentado diante do Senhor.

Ellen G. White escreve em O Grande Conflito, p. 483:

Todos os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado e que pela fé hajam reclamado o sangue de Cristo, como seu sacrifício expiatório, tiveram o perdão aposto ao seu nome, nos livros do Céu; tornando-se eles participantes da justiça de Cristo, e verificando-se estar o seu caráter em harmonia com a lei de Deus, seus pecados serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna. O Senhor declara pelo profeta Isaías: "Eu, Eu mesmo, sou O que apago as tuas transgressões por amor de Mim, e dos teus pecados Me não lembro." Isaías 43:25. Disse Jesus: "O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de Meu Pai, e diante de Seus anjos." "Qualquer que Me confessar diante dos homens, Eu o confessarei diante de Meu Pai que está nos Céus. Mas qualquer que Me negar diante dos homens, Eu o negarei também diante de Meu Pai, que está nos Céus." Apocalipse 3:5; S. Mateus 10:32 e 33.

A decisão deste juízo põe em relevo o caráter imaculado dos santos pelos divinos méritos de Cristo. Imprime Sua justiça sobre a vida deles, como um selo de confirmação e aprovação perante Deus. Eles são propriedade exclusiva do Senhor, adquiridos da Terra por um alto preço. Pertencem a Ele, e ninguém poderá arrebatá-los de Suas mãos!




Por outro lado, Satanás e seus seguidores serão finalmente condenados, banidos e destruídos, e com eles desaparecerá também toda a dúvida levantada contra Deus e Seu governo. O caráter e a obra redentora de nosso Criador serão plenamente vindicados. Seu santuário será efetivamente purificado, e todo o vestígio de impureza, até mesmo os registros a seu respeito, será eliminado para sempre! Deus não fará por Suas criaturas menos do que restaurar o mundo à sua condição original de perfeição e pureza.

Mas, como todas as promessas de Deus, há uma condição que precisa ser satisfeita para que o Senhor nos declare limpos de todos os pecados no dia em que o nosso nome for julgado no santuário celestial. No Dia da Expiação típico, todo israelita necessitava afligir-se diante de Deus, proceder a um solene exame de coração, a fim de certificar-se de que nada se interpunha entre ele e o Senhor no dia do julgamento (Levítico 16:29; 23:27). A pessoa que ainda tivesse pecados não confessados ou não totalmente abandonados ou que desobedecesse às instruções do Senhor para o Dia da Expiação não resistiria à prova do juízo investigativo.

Se tal obediência e exame de alma eram requeridos de todo israelita na antiga cerimônia anual da expiação, muito mais hoje, no Dia da Expiação antitípico, em que nosso Sumo Sacerdote decidirá a sorte de cada pessoa, para o bem ou para o mal, segundo o que houver registrado nos livros do Céu. Tal estado de espírito perante o Senhor, em face de tão solene e decisiva obra, exige mais do que alguns minutos de comunhão com Deus, leituras esporádicas da Bíblia ou trabalho missionário ocasional. Requer um constante abrir de alma ao Senhor, com fervorosas súplicas, jejuns, profundo estudo da Palavra de Deus e vívido interesse pelas almas a perecer.

Diante da iminência do grande Dia do Senhor, o profeta Joel, sob a inspiração divina, expõe na forma de dez mandamentos o senso de urgência que deve dominar o povo de Deus nestes tempos solenes, em que o destino de cada alma será eternamente decidido. Ei-los relacionados no capítulo 2, versos 15 a 17:

  1. Tocai a trombeta em Sião.
  2. Promulgai um santo jejum.
  3. Proclamai uma assembleia solene.
  4. Congregai o povo.
  5. Santificai a congregação.
  6. Ajuntai os anciãos.
  7. Reuni os filhinhos e os que mamam.
  8. Saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu aposento.
  9. Chorem os sacerdotes, ministros do SENHOR.
  10. E orem: Poupa o teu povo, ó SENHOR.

Compreende o leitor a natureza da obra que se requer de todo crente diante de Deus nesse tempo? Afligir a alma na presença do Senhor não significa buscar os próprios interesses, mas os interesses de Deus para nós. Não significa ajustar Deus à nossas próprias opiniões, mas ajustar-nos às opiniões de Deus, de modo a vivermos em virtude de Sua vontade. Neste ato de profunda contrição, não buscamos segurança social ou sucesso pessoal, não barganhamos bênçãos com Deus ou apresentamos escusas quanto à nossas deformidades morais, mas nos humilhamos perante Ele em sincero reconhecimento de nossa aflitiva condição, buscando a Cristo, o único remédio para as enfermidades da alma.

Note as seguintes palavras de Ellen White em O Grande Conflito, p. 488:

Os que desejam participar dos benefícios da mediação do Salvador, não devem permitir que coisa alguma interfira com seu dever de aperfeiçoar a santidade no temor de Deus. As preciosas horas, em vez de serem entregues ao prazer, à ostentação ou ambição de ganho, devem ser dedicadas ao estudo da Palavra da verdade, com fervor e oração. O assunto do santuário e do juízo de investigação deve ser claramente compreendido pelo povo de Deus. Todos necessitam para si mesmos de conhecimento sobre a posição e obra de seu grande Sumo Sacerdote. Aliás, ser-lhes-á impossível exercerem a fé que é essencial neste tempo, ou ocupar a posição que Deus lhes deseja confiar. Cada indivíduo tem uma alma a salvar ou perder. Cada qual tem um caso pendente no tribunal de Deus. Cada um há de defrontar face a face o grande Juiz. Quão importante é, pois, que todos contemplem muitas vezes a cena solene em que o juízo se assentará e os livros se abrirão, e em que, juntamente com Daniel, cada pessoa deve estar na sua sorte, no fim dos dias!

Percebe a urgente necessidade moral e espiritual, de uma clara compreensão do juízo investigativo? Completa santificação, obediência à vontade de Deus, pureza de vida, perseverança na fé por meio da divina graça se tornam possíveis na vida do crente mediante o ministério sacerdotal de Cristo no santuário celestial. A prestação de contas com vistas a uma purificação final e conclusiva requer que os pensamentos e atos de todos os homens sejam investigados pelo tribunal divino com um escrutínio tão íntimo e penetrante como se não houvesse outro ser na Terra. Não podemos ser achados em falta neste dia.

Esta é a razão por que Cristo se dirige à geração do fim como a testemunha fiel e verdadeira (Apocalipse 3:14). Nosso amado Salvador não é somente Juiz, mas ocupa também o lugar de testemunha ao serem abertos os livros no Céu. Como fiel e verdadeira testemunha, podemos estar certos de que Cristo não falará nada mais do que a verdade. A obra de julgamento não será tendenciosa ou arbitrária, mas imparcial e justa. Cristo será fiel aos fatos de cada caso à luz de Sua santa lei. Por isso, Ele procura agora convencer-nos a escolher o único caminho para a vida eterna:

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. (João 14:6)
Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. (Apocalipse 3:20)

Precisamos pôr esta questão diante de nós mesmos a todo instante: "Estou preparado para comparecer ante o tribunal de Deus?" O juízo investigativo não é contra os seguidores de Cristo, mas a seu favor! O Senhor não está dizendo que as nossas chances não são boas. Ele ainda bate à porta do nosso coração, e oferece-nos o ouro da fé e do amor, as vestes brancas de Sua justiça e o colírio do discernimento espiritual (Apocalipse 3:18), a fim de despertar-nos quanto à urgência de satisfazer a Deus no juízo. Porém isto tem um preço, conforme nos ensina o Dia da Expiação hebreu:

Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo. (Levítico 23:29)

Nós vivemos numa época em que o pecado não é mais considerado aborrecível. O homem moderno (ou pós-moderno) não se sente desconfortável com o pecado; até se identifica com ele. Por influência do pensamento evolucionista, entende o pecado como um vestígio natural do passado animal do homem, um instinto primitivo que ele mesmo pode gerenciar e até mesmo usar para seu proveito, sem a necessidade de uma intervenção sobrenatural.

No entanto, do ponto de vista da Bíblia, o pecado é uma trágica realidade que invadiu os domínios de Deus. O pecado é o inimigo mortal de toda a criatura com quem se acha envolvido. Ele custou a terça parte dos anjos (Apocalipse 12:3-4, conforme 1:20) e tem custado ao longo dos séculos um sem número de vidas humanas. O preço do pecado exigiu inclusive a morte do Filho de Deus! O tamanho de Seu sacrifício revela o tamanho do problema.

O pecado não é uma realidade ordenada por Deus, mas Ele mesmo assumiu a responsabilidade para resolver o problema! O estado natural do coração humano é incompatível com o caráter de Deus, e é isso que determina a separação entre o homem e seu Criador. Cristo é a solução que repara essa ruptura provocada pelo pecado, mudando a relação de inimizade com Deus para uma relação de amizade! Foi Ele quem levou sobre Si os nossos pecados, ressurgiu triunfante da morte e ministra hoje Sua obra sacerdotal em nosso favor à destra de Deus no santuário celestial. Ele é o único caminho, o único remédio para o pecado, e Seu juízo revelará quem pertence a Ele ou não.

É tempo, pois, de nos humilharmos na presença de Deus e fervorosamente orarmos:

Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno. (Salmo 139:23-24)

Fixemos nossos olhos na obra final de Cristo em Seu santuário. Confiemos totalmente nEle e busquemos, como expressão de nosso ser em Cristo, pureza de vida, de pensamentos e de ações, de modo que, no dia em que nosso nome for analisado pelo tribunal celeste, Cristo proclame a sentença: "Purificado de todos os pecados perante o Senhor"! Amém. Que esta seja a minha e a tua experiência nesse dia, em nome de Jesus!

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