quinta-feira, 12 de maio de 2016

Agora é o Tempo do Selamento

Por Ellen G. White

Não danifiqueis nem a Terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus. Apoc. 7:3.

Satanás está agora usando cada artifício neste tempo de selamento a fim de desviar a mente do povo de Deus da verdade presente e levá-lo a vacilar. Vi que Deus estava estendendo uma cobertura sobre o Seu povo a fim de protegê-lo no tempo de angústia; e que cada alma que se decidia pela verdade e era pura de coração devia ser coberta com a proteção do Todo-poderoso.


Satanás sabia disto, e estava trabalhando com afinco para conservar vacilante e instável na verdade a mente do maior número possível de pessoas... Vi que Satanás estava operando... a fim de desviar, enganar e afastar de Deus o Seu povo, precisamente agora, neste tempo de selamento. Vi que alguns não estavam firmes ao lado da verdade presente. Seus joelhos estavam trementes e seus pés escorregavam, porque não estavam firmemente plantados na verdade. ...

Satanás estava procurando lançar mão de todas as suas artes a fim de mantê-los onde estavam, até que o selamento passasse, até que a cobertura fosse estendida sobre o povo de Deus e eles [os vacilantes] ficassem desprotegidos da ardente ira de Deus nas sete últimas pragas. - Primeiros Escritos, págs. 43 e 44.

Somos trazidos das trevas do mundo para a maravilhosa luz de Deus. Se recebermos a imagem de Deus, se nossas almas forem purificadas de toda contaminação moral, o selo de Deus nos será colocado na testa, e estaremos preparados para as cenas finais da história terrestre. Não temos, porém, tempo a perder. Quanto mais estudarmos a vida de Cristo com o coração disposto a aprender, tanto mais semelhantes a Cristo nos tornaremos. - Carta 135, 1897.

O tempo do selamento é muito curto, e logo passará. Agora, enquanto os quatro anjos estão contendo os ventos, é o tempo de tornar firme a nossa vocação e eleição. - Primeiros Escritos, pág. 58.


Fonte: Filhos e Filhas de Deus - Meditações Matinais. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005, p. 342.

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