"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Ap 14:12)

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O sinal de pretensa autoridade do anticristo

A franca e solene advertência de nosso Senhor na terceira mensagem angélica contém uma condenação que é dirigida contra aqueles que rejeitaram o apelo do primeiro anjo e decidiram adorar "a besta e a sua imagem", recebendo "na fronte ou sobre a mão" sua marca ou sinal.

Ver-se-á que essa impressão, selo ou marca, a exemplo do selo de Deus, não é algo visível, nem é aplicado literalmente, como um chip de computador, código de barras ou coisa semelhante, mas é um símbolo que identifica o portador como leal aos poderes representados pela besta e sua imagem.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Os 144.000 selados

"Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel." (Apocalipse 7:4)

Sobre os que recebem a marca da aprovação divina, podemos afirmar com base no texto sagrado que:


1. Eles são servos de Deus.
2. São selados na fronte.
3. Seu número é de 144.000
4. Pertencem às tribos dos filhos de Israel.

sábado, 24 de outubro de 2015

O sábado como sinal entre Deus e Seu povo

Na experiência do Novo Concerto toda a lei de Deus é inscrita no coração dos crentes pela fé em Jesus (Jeremias 31:31-33; Hebreus 8:10; 10:16).

O mandamento do sábado não constitui exceção.

A observância deste dia santo é um reconhecimento sobre quem é Deus, quem somos nós e o que Deus fez em nosso favor por meio de Seu Filho.

A dimensão redentora e universal do sábado

Além de memorial perpétuo da criação (Êxodo 20:11), o sábado é um sinal do poder de Cristo para nos redimir do pecado e nos restaurar à Sua imagem. O profeta Isaías se refere a essa relação ao declarar:

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O selo de Deus

Contemplando em visão uma série de acontecimentos que assinalam o início do fim e o iminente Dia do Senhor, o apóstolo João descreve o momento em que os ímpios, de diferentes classes e origens, reagem com horror e espanto à volta de Jesus.

A impressão é que ninguém sobreviverá a esse grandioso evento, e por isso os ímpios perguntam em angústia e desespero: "Quem poderá subsistir?" (Apocalipse 6:12-17, comparar com Isaías 2:20-21; 13:6-8; Joel 2:1 e 11; Sofonias 1:14).

Uma cena impressionante

A resposta à pergunta crucial dos ímpios está em Apocalipse 7: apenas os que foram selados antes do grande Dia do Senhor poderão subsistir ou permanecer de pé quando Ele retornar:

terça-feira, 20 de outubro de 2015

A TERCEIRA MENSAGEM ANGÉLICA

"Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, no cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome. Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Apocalipse 14:9-12)

domingo, 18 de outubro de 2015

Christianity Today: Como os pastores protestantes veem o papa

Uma pesquisa divulgada recentemente no site da revista Christianity Today revelou a opinião de pastores protestantes sobre o papa.

Com o sugestivo título "From Antichrist to Brother in Christ: How Protestant Pastors View to Pope" (De Anticristo para Irmão em Cristo: Como os Pastores Protestantes veem o Papa), o texto revela algumas conclusões bastante significativas do estudo que ouviu 1.000 pastores protestantes nos EUA.

Segue abaixo o texto traduzido:

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

A segunda mensagem angélica - Conclusão

As advertências de Deus são uma visível demonstração de Seu profundo amor e interesse por cada um de nós.

Ninguém tem maior preocupação com nosso bem estar presente e futuro do que Jesus Cristo.

A mensagem do segundo anjo é uma advertência de alcance mundial, e se refere a todos aqueles que não atenderam ao apelo do primeiro anjo (Apocalipse 14:7).

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A queda de Babilônia: um fim inevitável

Rebelião contra o governo de Deus constitui o fundamento de todo projeto para uma nova ordem mundial.

A construção de Babel e sua torre (Gênesis 11:1-4), a primeira manifestação nesse sentido depois do dilúvio, era o reflexo de um movimento em que a maioria agiu em desobediência às instruções de Deus, de que deviam espalhar-se por toda a Terra (Gênesis 9:7).

A decisão de edificar Babel na planície de Sinar de modo que figurasse como futura capital de um império universal era um claro desafio à autoridade de Deus.

Além de proteção para que seus habitantes não fossem dispersos, conforme acreditavam, a cidade e a torre foram concebidas em homenagem aos seus construtores e aos deuses a quem serviam.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Babilônia: um poder perseguidor

"Então vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto." (Apocalipse 17:6)

A perda do "primeiro amor" (Apocalipse 2:4) privou a igreja não somente da pureza doutrinária, mas também de seus elevados princípios morais.

A simplicidade e abnegação requeridas pelo evangelho logo cederam lugar ao formalismo, à popularidade e ao poder pessoal.

A igreja, outrora iluminada e dirigida pela operação invisível do Espírito Santo, converteu-se gradualmente em um autoritarismo eclesiástico mediante o qual o bispo governava a igreja em vez de servi-la.

Desenvolveu-se, assim, uma hierarquia eclesiástica que acabou favorecendo a preeminência do bispo de Roma sobre todas as demais igrejas, e a quem cada membro estava pessoalmente subordinado em matéria de salvação e doutrina.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Predita uma grande apostasia mundial

A mulher que representa Roma papal (sobre isso, clique aqui) não se encontra sozinha no mundo, como claramente revela a frase inscrita em sua fronte (Apocalipse 17:5).

Pelo que foi visto sobre a identidade e o caráter da mãe, pode-se concluir que as filhas partilham da mesma natureza, ou seja, também se prostituíram com falsos ensinos.

Toda igreja que abandona o "primeiro amor" (Apocalipse 2:4) para seguir um caminho que Deus não determinou adultera espiritualmente.

A atitude dessas igrejas lembra muito a atitude de certas mulheres de Jerusalém durante os períodos de crise da nação:

"Sete mulheres, naquele dia, lançarão mão de um homem, dizendo: Nós mesmas do nosso próprio pão nos sustentaremos e do que é nosso nos vestiremos; tão-somente queremos ser chamadas pelo teu nome; tira o nosso opróbrio." (Isaías 4:1)

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Babilônia: a grande meretriz (2)

A igreja cristã primitiva era uma comunidade singular em virtude da operação invisível do Espírito Santo.

Desde o início, Deus havia planejado que Sua igreja fosse um instrumento para a salvação dos homens, e Cristo prometera dotá-la com poder para que cumprisse essa santa vocação (Atos 1:8).

A promessa, porém, não tinha em vista o mais poderoso anjo do Céu, nem mesmo uma legião de anjos celestiais, mas a terceira Pessoa da Trindade, o Espírito Santo!

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