"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Ap 14:12)

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Babilônia: a grande meretriz (1)

Se a igreja verdadeira guarda os mandamentos de Deus e a fé em Jesus, como de fato comprovam as Escrituras (Apocalipse 14:12), está claro que Babilônia mística assume uma atitude completamente oposta.

Sobre esse poder, é dito que "tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição" (Apocalipse 14:8). Afirma-se, também, que esse vinho espúrio é dado num "cálice de ouro" (17:4).

Apesar das aparências, o vinho de Babilônia opõe-se claramente ao puro suco de uva que Cristo ofereceu aos discípulos no cálice da comunhão, símbolo da "nova aliança no meu sangue" (I Coríntios 11:25).

sábado, 26 de setembro de 2015

O remanescente de Deus e Babilônia

Por suas características, a Babilônia apocalíptica é também um fenômeno de dimensões institucionais. Isto significa que haverá nos últimos dias corporações religiosas e políticas que, devido à sua natureza, cumprirão as especificações proféticas concernentes à Babilônia.

Como saber, porém, que tipo de instituição acha-se representada por esta Babilônia moderna? Seriam todas as atuais corporações religiosas emanações desse poder que desafia a autoridade de Deus?

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A reconstrução simbólica de Babilônia nos últimos dias

A Babilônia mencionada no Apocalipse é um fenômeno dos últimos tempos. Ela é referida seis vezes no último livro da Bíblia em conexão com os juízos retribuidores de Deus (as sete pragas) e a volta de Jesus.

A palavra "Babilônia" não foi escolhida pela Providência por mero capricho.

Há uma analogia entre essa Babilônia de caráter escatológico e a antiga Babilônia.

Assim como esta última foi inimiga de Deus, de Sua verdade e de Seu povo, aquela apresentará uma disposição semelhante.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

O anúncio da queda de Babilônia

O segundo anjo se une ao primeiro na proclamação do evangelho eterno, expandindo e ampliando o significado da mensagem original.

Como as muitas advertências e apelos decisivos encontrados nas Escrituras (Gênesis 6:3; Deuteronômio 30:15-20; I Reis 18:21; Oséias 14:9; Amós 5:14; Jonas 1:1-2, etc.), a mensagem do segundo anjo consiste de um solene aviso motivado pelo amor e pela misericórdia de Deus.

Trata-se, porém, de uma advertência final relacionada aos últimos dias e que tem em vista os que não atenderam a mensagem do primeiro anjo. Esse derradeiro aviso denuncia a iniquidade de um falso sistema religioso - a antítese do evangelho eterno - e nos exorta a não sermos cúmplices de seus crimes (Apocalipse 18:4).

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

A SEGUNDA MENSAGEM ANGÉLICA

Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição. (Apocalipse 14:8)

O primeiro anjo é seguido por um segundo anjo que anuncia a queda moral de um conjunto de poderes representados pela figura de Babilônia. Originalmente derivado de Babel, cujo significado bíblico é "confusão", o nome Babilônia é apropriadamente empregado no Apocalipse para representar os diversos e contraditórios sistemas religiosos que se afastaram dos marcos fundamentais da verdade, não obstante sua confissão de fé em Jesus.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A primeira mensagem angélica - Conclusão

A abertura do evangelho eterno na mensagem do primeiro anjo não poderia ser diferente. Ela chama a nossa atenção para Deus, exatamente como faz toda Escritura; não para um conceito vago sobre Deus, mas para um Deus real, pessoal, Criador de todas as coisas, Redentor e Juiz, que apresenta à geração que vive nos derradeiros e culminantes momentos da história uma mensagem singular e objetiva:

Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:7)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O contraste entre a verdadeira e a falsa adoração (4)

George E. Rice observa que os mileritas da Igreja Metodista partilhavam da aceitação de Wesley das experiências emocionais durante a adoração. De modo que as primeiras reuniões adventistas reproduziram o entusiasmo do metodismo, caracterizando-se por um coro de améns fervorosos e brados de louvor a Deus.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

O contraste entre a verdadeira e a falsa adoração (3)

O quadro do mundo religioso nos últimos dias foi antecipado por Paulo em sua segunda carta a Timóteo. Usando como referência sua própria realidade, ele descreve as tentações e perigos a que estariam expostos os cristãos durante esse tempo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O contraste entre a verdadeira e a falsa adoração (2)

Satanás bem sabe que a experiência real de adoração "em espírito e em verdade" (sobre isso, clique aqui) resultará, enfim, num avivamento religioso sem precedentes (ver Joel 2:23, 28-29; Atos 1:8). Afinal, o povo que persevera em guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus possui essas qualidades em virtude de uma resposta positiva e adequada ao evangelho eterno. Não há dúvida de que o inimigo da verdade empregará todos os meios possíveis para confundir e desviar as pessoas da experiência bíblica de adoração e reavivamento, introduzindo em seu lugar uma contrafação.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O contraste entre a verdadeira e a falsa adoração (1)


Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade. (João 4:23-24)

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A dimensão evangélica do sábado

Além de um repouso essencial para o bem-estar da humanidade, em que seus interesses próprios e ocupações são substituídos pela ampla apreciação das obras de Deus e na meditação de Seu poder e bondade, a observância do sábado guarda íntima ligação com nossa redenção.

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É tempo de despertar. Antes que as três mensagens angélicas sejam proclamadas ao mundo (Apocalipse 14:6), elas devem exercer sua influência reavivadora e santificadora entre o professo povo de Deus.

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