"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Ap 14:12)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Intolerância religiosa na América

Falar como dragão é uma característica futura da besta apocalíptica semelhante a um cordeiro (Apocalipse 13:11). Um olhar cuidadoso dos primórdios da história americana revela, porém, que este país aderiu muito cedo a esse discurso.

Embora uma parte dos colonos que chegaram à América tivesse fugido da intolerância religiosa e se considerasse distinta dos europeus, cuja política refletia uma infidelidade aos princípios cristãos, muitos deles não eram menos intolerantes. Desejavam liberdade religiosa para si, não necessariamente para os outros.

Esse exclusivismo era uma evidência de que estes pioneiros ainda preservavam aquela mentalidade milenar que manchou a história europeia com sangue inocente e que fora justamente a causa de sua partida do Velho Mundo.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Aparência de cordeiro e voz de dragão

Pode parecer surpreendente, à primeira vista, que um poder com aparência de cordeiro possa um dia falar como dragão. Mas é exatamente isto o que a profecia declara sobre a segunda besta de Apocalipse 13, cujas características peculiares nos permitem identificá-la com os Estados Unidos da América.

Um governo fala por meio de suas leis e políticas. Quando uma nação fala como dragão significa que ela adota leis e políticas que refletem o caráter dessa entidade. É evidente que a mera forma de governo não é uma garantia contra a opressão e o despotismo.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A besta que emergiu da terra

Apesar da relevância dos eventos históricos que favoreceram o papado, a cura completa da "ferida de morte" está condicionada ao papel preponderante de outro poder que surge no cenário profético. Este poder é representado pela figura de uma besta que sobe da terra:

"Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada." (Apocalipse 13:11-12)

sábado, 5 de dezembro de 2015

Uma nova ameaça à consciência

O golpe desferido contra o papado em 1798 não representou seu aniquilamento.

Em Apocalipse 13:3, João observa na visão que apenas uma das cabeças da besta marítima havia sido ferida de morte, e assinala que essa "ferida mortal foi curada e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta".

A sentença profética testifica de modo notável que o papado voltaria a ocupar um lugar preeminente entre as nações.

Os anos posteriores à Revolução Francesa veriam uma revitalização progressiva do poder papal em cumprimento da profecia.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Seguindo a Deus de perto

Por A.W. Tozer

A minha alma apega-se a ti; a tua destra me ampara (Salmo 63:8)

O evangelho nos ensina a doutrina da graça preveniente [ou precedente], que significa simplesmente que, antes de um homem poder buscar a Deus, Deus tem que buscá-lo primeiro.

Para o que o pecador tenha uma ideia correta a respeito de Deus, deve receber antes um toque esclarecedor em seu íntimo; que, mesmo que seja imperfeito, não deixa de ser verdadeiro, e é o que desperta nele essa fome espiritual que o leva à oração e à busca.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Calculando o número da besta

O Antigo Testamento registra um total de seis ocorrências em que o número 6 é significativamente posto em evidência (sobre isso, clique aqui). Essas ocorrências revelam pelo menos quatro características associadas ao número que nos ajudam a estabelecer, à luz da palavra profética, o perfil completo do poder ao qual se refere:

a) No desafio de Lúcifer a Deus: Exaltação própria e rebelião (Isaías 14:13-14).

b) Na construção da torre de Babel: Incredulidade e desobediência (Gênesis 11:3-4).

c) Na imagem de Nabucodonosor, na função da orquestra real e na devoção de Belsazar aos seus diferentes deuses: Falsa adoração (Daniel 3:1, 5; 5:4).

d) No poder babilônico representado pela "árvore": Orgulho e autossuficiência (Daniel 4:10, 11, 14, 20, 23 e 26).

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É tempo de despertar. Antes que as três mensagens angélicas sejam proclamadas ao mundo (Apocalipse 14:6), elas devem exercer sua influência reavivadora e santificadora entre o professo povo de Deus.

A religião humanista da nova ordem. Muitos religiosos de hoje têm substituído a suficiência de Cristo pela suficiência humana, na esperança de estabelecer o reino de Deus na Terra.

A maior e mais urgente necessidade. A Testemunha Fiel e Verdadeira ainda clama a plenos pulmões pelo arrependimento e conversão de Seu povo, disposta a oferecer perdão, consagração e reavivamento espiritual.

O papel da Igreja na comunidade: uma reflexão. A ênfase na filantropia parece constituir a única maneira possível de tornar a Igreja socialmente relevante num mundo imediatista e ávido por resultados tangíveis.

A verdadeira e a falsa adoração. Ao revelar os muitos contrastes entre a verdadeira e a falsa adoração, o Apocalipse fornece informações preciosas para permanecermos fiéis a Deus e não ser seduzidos pelos apelos da religião popular.

Preparação para o Segundo Advento. O que a Bíblia ensina a respeito da preparação para o Segundo Advento? Existe alguma indicação de que precisamos fazer preparativos especiais além de expressar fé e amor ao Senhor Jesus Cristo?

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