Blog dedicado ao estudo de Apocalipse 14:6 a 12.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O sábado: base da verdadeira adoração


O sábado é uma verdade essencial dentro do apelo do primeiro anjo para adorar a Deus (Apocalipse 14:7), pois oferece o fundamento e as razões para a verdadeira adoração (Êxodo 20:8-11). Embora devamos celebrar a bondade e a misericórdia de Deus todos os dias da semana, a experiência da adoração encontra no sábado a mais ampla, completa e significativa expressão.

sábado, 29 de agosto de 2015

O apelo para adorar o Criador

... e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. (Apocalipse 14:7)
Um dos temas mais desenvolvidos na Bíblia, especialmente no livro do Apocalipse, é a distinção feita por Deus entre o verdadeiro e o falso, o santo e o comum. Neste contexto, destacam-se o conflito e o contraste entre o verdadeiro e o falso culto (Mateus 24:24; João 4:23-24).

Esse conflito se intensifica e atinge seu clímax pouco antes do retorno de Cristo, quando Satanás redobrará seus esforços no sentido de confundir as pessoas no que tange à adoração (Apocalipse 13:4, 8, 11-18; 16:13-14).

O apelo final do primeiro anjo para adorar a Deus como o Criador (Apocalipse 14:7) visa desviar nossa atenção de toda forma de culto ou filosofia que pretenda substituí-lO pela devoção à criatura, e conduzir-nos de volta ao pleno significado da vida expresso na verdadeira adoração a Deus.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O tempo mais solene da história


A profecia messiânica das setenta semanas revela a única esperança para um mundo caído, afligido pelo pecado, a esperança de que a tragédia humana terá um fim.

Por meio de Jesus Cristo, temos a certeza da parte de Deus de que a experiência humana pode ser exatamente aquilo que Ele planejou que fosse; uma experiência de alegria e felicidade plenas por tempo indeterminado.

Qualquer pessoa que venha a Cristo em fé e submissão pode apresentar-se diante de Deus como se nunca houvesse pecado, e, portanto, ser aprovado diante do tribunal divino (Apocalipse 3:5).

terça-feira, 18 de agosto de 2015

As setenta semanas e o juízo

Daniel 9 começa com uma das orações mais expressivas da Bíblia, uma oração em que o profeta se identifica com o seu povo pecaminoso e roga fervorosamente a Deus para perdoá-los e abençoá-los. Não é pela nobreza de seu caráter que Daniel age assim, em profunda contrição por si mesmo e pelos seus concidadãos, mas pelo reconhecimento sincero de que sem a misericórdia e o perdão de Deus não há qualquer esperança para o homem.

Por isso, na oração de Daniel não existe qualquer tentativa de desculpar ou esconder o pecado. A variedade de termos presentes que denotam os diferentes tipos de pecado e de rebelião é uma demonstração vívida de que a confissão de Daniel apresenta as coisas como elas são realmente, sem a intenção de abrandá-las ou minimizá-las. Sua oração é uma lembrança permanente do quanto necessitamos da misericórdia e da graça, como são reveladas na cruz.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Profecias que revelam a hora do juízo - Daniel 8

As visões de Daniel são paralelas a muitas das visões relatadas por João no Apocalipse. O conjunto dessas visões descreve em cores muito vivas o desenvolvimento da história da redenção, do grande conflito entre Cristo e as forças do mal. Cada visão apresenta os eventos dentro de uma perspectiva histórica, numa sequência definida que conduz o observador para o tempo do fim - um tempo marcado pelo início de um juízo no Céu, o qual resultará no triunfo de Deus e na redenção final de Seu povo.

Por esta razão, os livros de Daniel e Apocalipse são altamente significativos para o povo de Deus hoje, sendo uma fonte de inspiração e encorajamento diante dos desafios que estão à nossa frente. Seu objetivo último não é a catástrofe e a destruição, mas a redenção e a restauração de tudo o que foi danificado pelo pecado.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Profecias que revelam a hora do juízo - Daniel 7

Se quisermos obter boa parte da informação disponível no livro de Daniel sobre o juízo investigativo e ainda estabelecer o fato de que este solene acontecimento ocorre antes da segunda vinda de Cristo, devemos concentrar nossa atenção primeiramente no capítulo 7. A visão relatada aqui pode ser dividida em três partes:

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Profecias que revelam a hora do juízo - Introdução

Salvação e juízo são eventos complementares dentro do programa divino de redenção, pois são reflexos dos atributos de misericórdia e justiça presentes no caráter de Deus. A cruz é a manifestação visível desses atributos. Nela encontramos a expressão divina de amor e graça e de juízo sobre o pecado (João 12:31-33). Na cruz, amor, justiça e juízo permanecem inseparáveis.

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