Blog dedicado ao estudo de Apocalipse 14:6 a 12.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A ira de Deus

A imposição oficial e o caráter coercitivo da marca da besta - um sinal da pretensa autoridade do anticristo "legitimada" pelo poder civil - refletem um espírito bem diferente do caráter do manso e humilde Nazareno. O cristianismo bíblico é uma religião de liberdade, de livre escolha, que visa reformar indivíduos, não sociedades inteiras. Naturalmente, uma quantidade significativa de indivíduos atraídos e transformados pelo poder do evangelho pode impactar positivamente uma comunidade, mas a igreja jamais recebeu de Deus a incumbência de converter um povo por meio de uma reforma no nível social.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O que o Oscar tem em comum com o Egito

Por Scott Mayer

É o maior show business da noite, onde o mundo reconhece o mérito dos artistas mais talentosos e os homenageia com um ídolo de ouro. Normalmente, 40 milhões de pessoas assistem todos os anos a este ritual. A maioria delas é atraída pelo brilho e glamour e não percebe no que eles [os artistas] estão realmente participando.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Rumo a uma lei dominical

Em um post anterior, observamos que a igreja não é produto da imaginação humana, mas da vontade divina. Deus mesmo a concebeu com o propósito de ser uma benção para o mundo, e Ele a tem guiado a toda a verdade mediante a obra de Seu Espírito. Somente uma igreja provada pela Palavra de Deus e pelo Cristo vivo, e não achada em falta, pode ser digna de confiança. Quando uma igreja, porém, sacrifica sua santa vocação no altar do orgulho e da condescendência própria e ainda resiste à obra do Espírito Santo, só lhe resta reafirmar-se por meio de alguma ação coercitiva. A união com o poder civil é, com efeito, a única alternativa possível para uma igreja que abandonou a fonte da verdade e carece da presença e do poder de Deus.

sábado, 2 de janeiro de 2016

A liberdade sob ameaça

A aparência de cordeiro é uma singularidade da besta terrestre (Apocalipse 13:11), e sugere, acima de tudo, características messiânicas (lembre-se que a palavra "cordeiro" é mencionada trinta e uma vezes no Apocalipse e, com exceção de uma, todas as referências se aplicam a Cristo). Significa dizer que o poder representado na profecia aspira a uma posição única de nação escolhida e ungida pela Providência para redimir o mundo caído. De fato, o mito americano da excepcionalidade, segundo o qual os Estados Unidos não são apenas um país entre outros, mas, sobretudo, "um centro irradiador e condutor da humanidade, com valores superiores próprios, predestinado geograficamente, um povo eleito pela Providência Divina e com direito à Terra Prometida" (1), cumpre com notável exatidão a revelação profética concernente às pretensões messiânicas deste país.

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