Blog dedicado ao estudo de Apocalipse 14:6 a 12.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A dimensão evangélica do sábado

Além de um repouso essencial para o bem-estar da humanidade, em que seus interesses próprios e ocupações são substituídos pela ampla apreciação das obras de Deus e na meditação de Seu poder e bondade, a observância do sábado guarda íntima ligação com nossa redenção.


A Escritura salienta essa dimensão do sábado ao declarar:

Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o Senhor, teu Deus... porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o Senhor, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o Senhor, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado. (Deuteronômio 5:12 e 15)

A libertação de Israel do cativeiro egípcio representa de maneira bastante significativa nossa própria libertação da escravidão do pecado por meio do sacrifício expiatório de Jesus Cristo (ver Romanos 6:16-18). A partir desta perspectiva, o sábado para o cristão não representa apenas a lembrança dos grandes feitos da criação, mas também a plena restauração em Cristo de tudo o que foi danificado pelo pecado (João 3:3; Romanos 8:19-23; II Coríntios 3:18; Colossenses 3:10).

Desse modo, o sábado é tanto sinal de criação, como de santificação e libertação, segundo testificam as Escrituras:

Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento. (Êxodo 31:13 e 17)
Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.
Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o Senhor, vosso Deus. (Ezequiel 20:12 e 20)

Um sinal de salvação e santificação

O sábado semanal nos lembra de que é Deus quem santifica Seu povo; um sinal de que Jeová é o único e suficiente Redentor. Como um Ser santo, somente Deus pode santificar os que se achegam a Ele e capacitá-los a santificar o Seu dia em conformidade com o mandamento.

Além disso, o sábado, como assinala Samuele Bacchiocchi, pode constantemente e efetivamente lembrar os crentes que o guardam de sua eleição divina e missão especial neste mundo. Um Dia Santo exige um povo santo. Assim como o sábado permanece como o Dia Santo entre os dias da semana, assim também o crente que o guarda é convidado constantemente a permanecer como uma pessoa santa, escolhida de Deus, entre uma geração perversa e de mente secularizada. (1)

O sábado é a síntese da verdadeira adoração e santificação quando experimentado pela fé em Cristo Jesus. Ellen G. White diz:

Portanto, o sábado é um sinal do poder de Cristo para nos fazer santos. E é dado a todos quantos Cristo santifica. Como sinal de seu poder santificador, o sábado é dado a todos quantos, por meio de Cristo, se tornam parte do Israel de Deus... O sábado lhes aponta as obras da criação, como testemunho de Seu grande poder em redimir. Ao passo que evoca a perdida paz edênica, fala da paz restaurada por meio do Salvador. (2)

Esta dupla função do sábado centralizada na pessoa e na obra de Cristo é um importante componente da mensagem do primeiro anjo em seu solene apelo pela verdadeira experiência de adoração. O sábado nos lembra de que Jesus, como o nosso Criador e Redentor, é o único capaz de restaurar-nos à Sua própria imagem. Carlyle B. Haynes escreve:

O poder criador de Deus foi exercido a segunda vez na obra da redenção, a qual é, na realidade, uma nova criação. O sábado, como memorial do poder criador, torna-se assim um memorial de nossa salvação em Cristo. Foi ele explicitamente deixado como sinal de santificação... Como Cristo é o único que santifica Seu povo, o sábado, pois, torna-se um sinal daquilo que Cristo é para o crente. É um memorial de nosso repouso nEle, nosso repouso do pecado, da conclusão de Sua obra de completa salvação em nós. Como memorial, deve ele durar para sempre. (3)

Neste sentido, o sábado constitui uma expressão do novo nascimento. Uma vida renovada pelo espírito de Cristo é uma vida restaurada "segundo a imagem daquele que o criou" (Colossenses 3:10), e o sábado, como sinal de santificação, representa apropriadamente essa experiência. Um coração diariamente convertido a Cristo revelará uma nova vida expressa em pensamentos e atos de fidelidade e obediência a Deus, permanecendo em harmonia com as leis que promoverão sua habilidade para cumprir a vontade divina.

Jesus, o Senhor do sábado

Ao apresentar a Cristo como o Verbo que desde a eternidade estava com Deus e efetivamente é Deus, o evangelho segundo João destaca duas grandes verdades acerca de nosso Senhor: Sua íntima relação com o Pai na criação de todas as coisas (1:1-3), e Sua manifestação como um de nós, mas sem pecado, a fim de revelar-nos o Pai (1:14).

E é igualmente significativo que estes dois grandes aspectos de Jesus como Criador e Redentor tenham sido por Ele mesmo eternizados no mandamento do sábado!

Não obstante, grande número de cristãos crê que Jesus, durante Seu ministério terrestre, aboliu o sábado e procurou afastar as pessoas de sua observância. Referem-se frequentemente às curas realizadas pelo Salvador no sábado como uma evidência nesse sentido.

Na verdade, o modo como Cristo se relacionou com o sábado e o que Ele ensinou a respeito desse dia nos revelam exatamente o oposto.

1. Era costume de nosso Salvador frequentar a sinagoga aos sábados (Marcos 1:21; 6:2; Lucas 4:16, 31; 13:10). Sua atitude demonstrava profundo respeito pelo sétimo dia como um tempo de "descanso solene" e "santa convocação", o "sábado do Senhor" (Levítico 23:3).

Longe de adotar um comportamento negativo para com o sábado, o exemplo deixado por Jesus confirma sua eterna santidade e vigência.

2. Jesus pessoalmente reconhecia e respeitava os requerimentos da lei de Moisés válidos para aquele tempo (Mateus 23:3; Marcos 1:44) e da lei moral, válidos para qualquer época (Mateus 5:17-18; João 15:10), e ensinava Seus seguidores a imitar-lhe o exemplo.

Cristo nunca esteve em conflito com a lei, a não ser com os dirigentes judaicos no que se referia à validade das leis e tradições dos homens. A oposição inflexível de nosso Redentor a esses reclamos puramente humanos demonstra o zelo de Deus para com Sua eterna lei e a verdadeira obediência que se requer de todo homem.

Os que sustentam que Jesus não deu importância aos requisitos do quarto mandamento, supondo que em assim fazendo estava abolindo sua observância, identificam-se com o espírito dos escribas e fariseus que se opunham a Cristo.

3. Jesus efetuou muitas curas no sábado. A consequente controvérsia com os líderes judeus proporcionou-Lhe a oportunidade de ensinar preciosas lições sobre a verdadeira observância do sétimo dia e, mais ainda, das verdades concernentes a Sua obra de redenção.

No que tange ao sábado, Jesus ensinou que a base da legítima obediência é o amor (João 14:15), visto que os preceitos do Senhor não são penosos (I João 5:3). A lei de Deus é uma lei de amor e liberdade, e todo aquele que obedece por amor, cumpre a lei.

Os fariseus, no entanto, haviam perdido de vista este áureo princípio. Seu legalismo exacerbado substituiu as pessoas pelas regras e sobrecarregou o sábado com prescrições que o tornavam um fardo pesado demais para suportar. Os muitos regulamentos tornaram-se em si mesmos um fim, perdendo-se de vista o bem maior de amor a Deus e ao próximo. Tão somente exigia-se do povo rígida obediência.

Semelhante política tornava impossível comunicar os princípios da verdade ao coração dos homens, uma vez que se apoiava no ministério da "letra" e não do "espírito" (II Coríntios 3:6). A abundância desses preceitos finalmente sufocou a abundância da vida. (4)

Como observa Samuele Bacchiocchi, o sábado tinha se tornado num dia em que a realização correta de um ritual era mais importante que uma resposta espontânea ao clamor das necessidades humanas.

O episódio da cura do homem com a mão ressequida provê um bom exemplo desta perversão, contrastando dois tipos de guardadores do sábado: de um lado, Cristo, "condoído com a dureza dos corações" de Seus acusadores e dando passos para salvar a vida de um homem defeituoso (Marcos 3:4-5); do outro, os especialistas da lei que, embora estando no lugar de adoração, gastaram as horas do sábado "observando a Jesus... a fim de O acusarem", conspirando sobre como tirar-lhe a vida (Marcos 3:2, 6).

Este contraste de atitudes pode bem ter gerado a explanação da pergunta de Cristo sobre a legitimidade de salvar ou matar no sábado (Marcos 3:4), ou seja, que uma pessoa que não está preocupada com a salvação física e espiritual de outros no sábado, está automaticamente envolvida em atitudes e esforços destrutivos. (5)

A reação de Jesus à observância legalista e desumana do sábado constitui uma evidência de Seu empenho no sentido de restabelecer as intenções originais da lei (Mateus 5:17), cujo propósito fora obscurecido pelo peso das tradições (Marcos 7:9).

Assim, ao efetuar curas no sábado, Jesus não estava abolindo sua observância, mas reafirmando a função salvadora desse dia, atraindo a atenção de todos para o poder criador de Deus e Sua misericórdia (Mateus 12:1-13; Lucas 4:31-37; 13:10-17; João 5:1-9).

Longe de invalidar o mandamento, Cristo resgatou a dimensão original do sábado como dia para honrar a Deus através do amor e da compaixão ao próximo. Por Sua atitude e Seus ensinos, opôs-se veementemente aos inumeráveis requisitos rabínicos que exigiam a estrita e minuciosa observância do sábado baseadas no conceito errôneo de que, aos olhos de Deus, o dia era mais importante que o próprio homem.

Ao remontar à origem do sábado, nosso Salvador resgatou o valor humano e universal desta instituição divina (Marcos 2:27), confirmando também o caráter imutável e eterno de Sua lei.

4. Ao identificar-Se como o Senhor do sábado (Marcos 2:28), Cristo reagiu contra a arrogante pretensão dos doutores da lei, os quais, excedendo suas prerrogativas, consideravam-se os únicos intérpretes da lei e senhores do sábado.

Jesus é o único que pode interpretar o verdadeiro significado e objetivo do sábado, pois Ele mesmo, sendo Deus, o instituiu para benefício do homem.

Portanto, como o Senhor do sábado, Jesus tem o direito de determinar o que é apropriado ou não para esse dia. Contrariar de alguma forma as disposições do Criador com respeito à quando e como observar o sábado, equivale a negar a própria vontade de Deus para Suas criaturas.

5. Ao predizer o tempo em que Jerusalém seria tomada pelos exércitos romanos, Jesus exortou Seus discípulos a orarem para que sua fuga não ocorresse no inverno, nem no sábado (Mateus 24:20). As dificuldades de uma fuga neste dia decorriam mais da possibilidade de que tal experiência comprometesse sua capacidade de observar e apreciar adequadamente o repouso sábatico, do que de uma possível interferência judaica.

6. Nos quarenta dias que permaneceu com os discípulos depois de Sua ressurreição, Jesus não lhes dirigiu uma única palavra sobre a transferência do dia de repouso do sábado para o domingo.

Tampouco os apóstolos honraram qualquer outro dia como dia de adoração, a não ser o sábado, conforme demonstra amplamente o Novo Testamento. Também não existe evidência de que tenha ocorrido alguma controvérsia em torno do sétimo dia entre os primeiros crentes. Pelo contrário, durante o período apostólico o sábado permaneceu como único dia de repouso reconhecido e honrado pelos cristãos. Todos os que observam hoje outro dia, o fazem fora das Escrituras.

Em seu livro The Lord's Day, A.E Waffle reconhece:

Os que dizem que a lei do sábado foi abolida, inadvertidamente aliam-se àqueles que pretendem aniquilar completamente esta abençoada instituição. Afirmamos, porém, que a lei do sábado, na medida em que é uma lei moral, jamais foi abolida. A lei pode ser revogada somente pela mesma autoridade que a promulgou. Certamente não pode ser feito por aqueles que estão sujeitos a ela. Se a lei do sábado, tal como consta nos Dez Mandamentos, foi abolida, deve ter sido por meio de algum decreto de Jeová. Onde temos o registro de tal decreto? Através de qual profeta ou apóstolo foi proferido? (6)

De fato, o modo como Jesus se relacionou com o sábado não constitui a melhor estratégia para alguém que supostamente desejava lançar as bases de uma rejeição posterior do mandamento. Se a intenção de Cristo era afastar as pessoas do sábado, então seria mais razoável que Ele tivesse violado clara e deliberadamente o preceito sabático, banalizando esse dia.

Contudo, a constância e a forma como Jesus observou o sábado provam o oposto, e são um exemplo notável para todos os que desejam fielmente segui-lO.

O genuíno discípulo de Jesus certamente não segue suas próprias impressões e sentimentos, mas o modelo de vida e conduta de Seu Mestre de maneira a tornar-se mais semelhante a Ele. Os que sustentam que o domingo substituiu o sábado como dia do Senhor demonstram que são cristãos fora da Palavra de Cristo, e, portanto, negam o verdadeiro cristianismo.

A pedra de toque da lealdade

A.S. Mello (7) apresenta sete razões, as quais ele considera as "sete maravilhas do sábado", para que todo homem reconheça seu dever de repousar neste dia:

  1. Sua origem divina.
  2. Sua instituição memorativa.
  3. Sua benção e santificação.
  4. Sua perpetuidade como concerto.
  5. Sua dádiva ao homem.
  6. Seu sinal entre Deus e Seu povo.
  7. Sua guarda por Cristo e os apóstolos.

O sábado do sétimo dia está implícito no urgente apelo do primeiro anjo, o qual conclama toda nação, tribo, língua e povo a adorar a Deus no dia que Ele instituiu (Apocalipse 14:7; Êxodo 20:8-11). É por meio da observância do sábado que Deus espera ser reconhecido e adorado pelos habitantes do mundo como Criador, Mantenedor e Doador da vida. Este dia é o legítimo fundamento do culto divino, e o sinal definitivo que distingue entre o que serve a Deus e o que não O serve.

Além disso, a ênfase do sábado nas realizações de Deus como Criador e Redentor constitui uma dupla salvaguarda contra a falsa adoração: de um lado, desafia a humanidade a adorar a Deus e não a si mesma; do outro, desafia os crentes a não confundirem o sagrado com o comum. Num tempo em que crentes e descrentes estão mais suscetíveis a celebrar suas realizações e prazeres pessoais do que deleitar-se na bondade do amor criador e redentor de Deus, a singularidade do sábado adquire uma importância realmente expressiva.

Pelo fato de a maioria dos cristãos ainda observar o domingo, é essencial restaurar tanto o sábado na qualidade de dia de repouso divinamente instituído, como o modelo bíblico de sua observância. Apocalipse 14 revela que a humanidade finalmente estará dividida em dois grandes grupos: os que guardarão "os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (verso 12), e os que adorarão "a besta e a sua imagem" e receberão "a sua marca na fronte ou sobre a mão" (versos 9 a 11).

A fim de atender ao último chamado divino para deixar Babilônia mística e juntar-se ao fiel remanescente de Deus (Apocalipse 18:4; 14:12) é preciso ter em conta a observância do mandamento do sábado, visto ser este um sinal de lealdade a Deus. Aos que desejarem alcançar esse ideal divino pela fé em Jesus, é garantida a preciosa promessa:

Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da Terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse. (Isaías 58:13-14)


Notas e referências

1. Samuele Bacchiocchi. "Uma Teologia Adventista da Música na Igreja". Em O Cristão e a Música Rock: Um Estudo dos Princípios Bíblicos da Música. Samuele Bacchiocchi (Ed.). Tradução de Mauro Brandão e Levi de Paula Tavares, p. 170.

2. Ellen G. White. O Desejado de Todas as Nações. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007, p. 197.

3. Carlyle B. Haynes. Do Sábado para o Domingo. 10ª ed. Tatuí, SP: CPB, 2006, p. 15.

4. Segundo A.H. Lewis, durante os séculos imediatamente anteriores ao tempo de Cristo, o cerimonialismo excessivo e o mero formalismo haviam penetrado gradativamente em todos os setores da religião judaica. Devido à sua importância, o sábado foi especialmente afetado por esse formalismo e pelas restrições e subterfúgios sem base bíblica. Tais regras eram difíceis de suportar, muitas delas, absurdas, e sua adoção estimulava o espírito de desonestidade e desobediência. Uma das características mais distintivas da obra de Cristo foi condenar essas falsas restrições sobre o sábado. Por preceito e exemplo, denunciou esse formalismo, ignorou essas restrições e ensinou a verdadeira função e sentido do sábado. Sua oposição às falsas noções dos judeus aumentou sua inimizade para com Ele e para com o desenvolvimento do cristianismo. Não podiam elevar-se o bastante para apreciar a verdadeira visão do sábado que Ele apresentou, enquanto seu zelo religioso e orgulho nacional os estimulavam a uma amarga oposição a Cristo por causa de sua atitude em relação a essas falsas noções sobre o sábado. - A.H. Lewis. "The Sabbath from the Time of Christ to its Appearance in England", em Seventh Day Baptists in Europe and America, Vol. I. Plainfield, NJ: American Sabbath Tract Society, 1910, p. 11 e 13.

5. Samuele Bacchiocchi. Do Sábado para o Domingo: Uma Investigação do Surgimento da Observância do Domingo no Cristianismo Primitivo. Roma: The Pontifical Gregorian University Press, 1977, p. 25.

6. A.E. Waffle. The Lord's Day: Its Universal and Perpetual Obligation. Second Edition, Philadelphia: The American Sunday-School Union, 1885, p. 160.

7. A.S. Mello. A Verdade sobre as Profecias do Apocalipse. São Paulo, 1959, p. 445.

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